Desemprego em mínimos de 1969 anima investidores. Wall Street avança

Na última sessão da semana, os mercados norte-americanos abriram em terreno positivo à boleia do crescimento do emprego e do recuo significativo da taxa de desemprego, que está em mínimos de 1969.

Após uma semana atribulada, os mercados norte-americanos abriram em alta, na sessão desta sexta-feira. Os dados relativos ao emprego estão a animar os investidores, depois dos números da atividade industrial e do setor dos serviços terem gerado alguma preocupação.

O índice de referência, o S&P, 500 está a valorizar 0,3% para 2.919,3 pontos. A mesma tendência está a ser registada no que diz respeito ao industrial Dow Jones, que está a somar 0,31% para 26.283,04 pontos, e pelo tecnológico Nasdaq, que está a somar 0,42% para 7.905,68 pontos.

O Departamento do Trabalho norte-americano anunciou, esta sexta-feira, que a taxa de desempregos nos Estados Unidos recuou, em setembro, para 3,5%, o nível mais baixo desde dezembro de 1969. Também o número de empregos criados em agosto foi revisto em alta, esta manhã, tendo sido criados mais 38 mil empregos (168 mil empregos no total) do que tinha sido anunciado anteriormente.

Os investidores estão, por isso, mais otimistas, na última sessão da semana, depois dos últimos dias terem ficado marcados por dado económicos não tão animadores.

Na quinta-feira, foram conhecidos os dados relativos ao setor dos serviços norte-americano, que em setembro caiu para mínimos de três anos. No mesmo sentido, o setor industrial tocou em mínimos de dez anos, deixando os investidores preocupados e confirmando que a prolongada guerra comercial entre Pequim e Washington já está a afetar a economia norte-americana.

Na próxima semana, os Estados Unidos e a China deverão voltar à mesa de negociações para definir o futuro das relações comerciais entre estas duas potências.

Nesta sessão, destaque ainda para os títulos da HP, que estão a recuar 8,97% para 16,75 dólares, depois da empresa ter anunciado um plano de reestruturação que implica um corte expressivo da sua força de trabalho.

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