Hoje nas notícias: Montepio, Maló e Tancos

  • ECO
  • 14 Outubro 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Numa reunião do Banco de Portugal, no ano passado, a situação vivida no grupo Montepio foi comparada com a do Banco Espírito Santo. Paulo Maló poderá perder a fortuna pessoal, com o Novo Banco e a CGD a avaliar uma execução dos avales dados pelo médico e empresário. Pelas escolas, várias turmas estão a sentir falta de professores, que rejeitam horários devido às altas rendas das casas. Veja estas e outras notícias que marcam as manchetes nacionais.

Reunião no Banco de Portugal comparou Montepio ao caso BES

Carlos Costa e Elisa Ferreira, governador e vice-governadora do Banco de Portugal, foram confrontados, em reunião do supervisor de março de 2018, pelo conselheiro João Talone sobre o grupo Montepio, com este a afirmar que “se assemelhava a um esquema Ponzi”, comparável ao Banco Espírito Santo (BES).

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Novo Banco e CGD vão atrás da fortuna de Maló

Depois de se afastar do grupo que fundou, Paulo Maló poderá ver executado o património pessoal. O médico e empresário deu avales pessoais para cobrir os financiamentos das suas empresas, garantias essas que estarão agora a ser alvo de um processo de execução por parte do Novo Banco. O mesmo poderá estar a acontecer no grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), através do Banco Nacional Ultramarino, a quem Paulo Maló terá dado avales pessoais para o financiamento.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Mais de duas mil turmas com falta de professores

Cerca de um mês depois do arranque do ano letivo, são várias as turmas que estão com falta de docentes. Mais de duas mil turmas têm este problema, sendo que Informática, Inglês e Geografia são das disciplinas mais afetadas. Na base do problema estará o valor alto das rendas de casa, que leva os professores recusar horários. O Ministério da Educação assegura que já tem os casos sinalizados.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Fugas de informação “minaram” e “descredibilizaram” a investigação da PJ no caso Tancos

Informações publicadas na imprensa sobre o caso Tancos “possibilitaram aos suspeitos ter acesso às linhas de trabalho da investigação, bem como às diligências que iam sendo realizadas”, causaram “o descrédito na investigação” e “minaram todas as diligências de forma irremediável, conduzindo a uma constante alteração de procedimentos e estratégias de investigação”, conclui um relatório da Polícia Judiciária (PJ). No documento, a PJ aponta ainda o dedo aos militares por estas fugas de informação.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Hospitais “não podem ser confundidos com repartições de Finanças”

O presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares, Alexandre Lourenço, reitera que “os hospitais não podem ser confundidos com repartições de finanças”, em entrevista ao jornal i. O representante dos administradores hospitalares deixa ainda um alerta para a situação vivida no setor, apontando que “se não forem tomadas medidas estruturais, o sistema vai colapsar”.

Leia a notícia completa no Jornal i (acesso pago).

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