Siza Vieira e Medina desafiam Web Summit a conhecer cidade além da conferência

Ministro da Economia e presidente da câmara fizeram companhia a Paddy Cosgrave no palco principal e deram as boas-vindas aos mais de 70 mil participantes na conferência.

Uma cidade onde as conversações entre políticos, sociedade, instituições e empreendedores vão nascer. Foi desta forma que Pedro Siza Vieira deu as boas-vindas aos milhares de participantes que, esta tarde, encheram o Altice Arena para assistir à cerimónia de abertura da edição de 2019 do Web Summit, a maior conferência de tecnologia e empreendedorismo do mundo.

Na cerimónia de abertura da 4.ª edição do evento em Lisboa, o ministro da Economia desafiou a audiência a voltar ao Web Summit de 2009, com poucas centenas de pessoas e em Dublin e, ao mesmo tempo, a viajar para o futuro para tentar “prever” como será o evento dentro de 10 anos.

É um lugar muito diferente agora. E, se olharmos para daqui a dez anos, a mudança será ainda mais rápida”, disse o ministro da Economia. “Vamos estar a partir de Lisboa a escrever as regras da estrada enquanto construímos a estrada e, conduzimos nela”, deu como exemplo.

Também Fernando Medina, presidente da câmara de Lisboa, disse esperar que a audiência “tenha tempo para conhecer a cidade e perder-se nas suas ruas”. “O que vão encontrar é uma cidade que é aberta e que navega a inovação”, referiu o autarca, sublinhando que “uma dessas demonstrações é o Web Summit”. E que, com certeza, o que os participantes encontrarão na capital portuguesa é “uma das cidades mais abertas e tolerantes do mundo inteiro”.

Antes, já Edward Snowden tinha recebido uma ovação da plateia que aplaudiu o whistleblower logo que a sua imagem apareceu nos ecrãs gigantes do palco principal do Web Summit.

A edição deste ano da conferência arrancou esta segunda-feira para mais maratona de conferências que junta milhares de startup, centenas de investidores e de jornalistas, num total de mais de 70.400 pessoas. Se ainda está perdido a construir a sua agenda, jogue este jogo.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Siza Vieira e Medina desafiam Web Summit a conhecer cidade além da conferência

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião