Revista de imprensa internacional

EUA avançam com tarifas sobre automóveis europeus? Juncker acredita que não. E no Japão, há um novo pacote de estímulos económicos. Disney+ chega a vários países europeus, mas Portugal fica de fora.

No Japão, há um novo pacote de estímulos económicos. E a riqueza de multimilionários cai pela primeira vez em dez anos. Juncker acredita que Trump não vai avançar com tarifas sobre carros europeus e Disney+ chega a alguns países europeus, em 2020, deixando Portugal de fora. Bruxelas está a investigar Apple Pay.

Financial Times

Japão vai lançar primeiro pacote de estímulos económicos desde 2016

O primeiro-ministro japonês já deu “luz verde” ao lançamento do primeiro pacote de estímulos económicos a ser aplicado neste país desde 2016. A decisão tem três causa essenciais: o abrandamento da economia a nível global, o impacto de impostos o mais elevados sobre o consumo e os gastos com os Jogos Olímpicos marcados para 2020 em Tóquio. O Executivo nipónico garante que os estímulos serão “ágeis” e “abrangentes”.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago, conteúdo em inglês).

Bloomberg

EUA não vão aplicar tarifas aos carros europeus, garante Juncker

Donald Trump não deverá impor mais tarifas à importação de carros fabricados no Velho Continente como tinha ameaçado, garante o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker. Em maio, Donald Trump adiou, por seis meses, até meados de novembro, a sua decisão sobre a aplicação de tarifas suplementares à importação de automóveis europeus. Se adotadas, essas medidas afetariam principalmente fabricantes alemães como Volkswagen, BMW ou Daimler.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

Reuters

Riqueza de multimilionários cai pela primeira vez em dez anos

As pessoas mais ricas do mundo ficaram um pouco menos ricas no ano passado, revela um estudo do UBS e da PwC, citado pela Reuters. A respetiva riqueza baixou em 388 mil milhões de dólares (cerca de 350 milhões de euros), para um total de 8.539 biliões de dólares, com a queda a ser mais acentuada na Grande China, a segunda maior “casa” de milionários do mundo. As tensões geopolíticas e a volatilidade dos mercados conduziram ao corte nas fortunas dos mais ricos.

Leia notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

TechCrunch

Disney+ chega a alguns países da Europa em março do próximo ano

O Disney+, plataforma rival do Netflix, vai ser lançado no próximo ano no Reino Unido, na Alemanha, em França, em Itália e na vizinha Espanha, não sendo ainda conhecidas as datas para a chegada a Portugal. O serviço ficará disponível nesses países a 31 de março de 2020 e a Disney garante que irá anunciar novos lançamentos em breve. Antes de chegar aos países em causa, a plataforma de streaming com conteúdos exclusivamente Disney estreia-se no Canadá e na Holanda ainda este ano, a 12 de novembro. E a 19 de novembro aterra na Austrália e na Nova Zelândia.

Leia a notícia completa no TechCrunch (acesso livre, conteúdo em inglês).

El País

UE investiga Apple Pay

A Comissão Europeia começou a investigar o Apple Pay, o serviço de pagamentos móveis da marca da “maçã”, após receber várias queixas por parte dos concorrentes. Uma porta-voz comunitária confirmou que Bruxelas enviou um questionário a pedir informações de várias empresas do mercado, sendo que após analisados os resultados decidirá se abre ou não uma investigação aprofundada à empresa.

Leia a notícia completa no El País (acesso livre, conteúdo em espanhol).

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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