ūüďĻ O que √© a Black Friday? Perguntou ao Google, n√≥s respondemos

√Č o maior dia de promo√ß√Ķes e descontos no ocidente, mas porque se assinala a Black Friday? Neste v√≠deo, explicamos de onde veio o fen√≥meno e qual a sua dimens√£o.

O Dia de A√ß√£o de Gra√ßas nos EUA assinala-se sempre na quarta quinta-feira de novembro. E, logo a seguir, vem a Black Friday. Muita gente j√° sabe que a “sexta-feira negra” √© o maior dia de descontos e promo√ß√Ķes do ocidente, em que as lojas enchem-se de campanhas a prometer pre√ßos 50% abaixo do valor original. Mas de onde √© que surgiu este fen√≥meno? Assista a este v√≠deo e fique a conhecer a Black Friday um pouco melhor.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescrit√≠veis, sem paralelo, e isso √©, em si mesmo, uma express√£o do que se exige hoje aos jornalistas que t√™m um papel essencial a informar os leitores. Se os m√©dicos s√£o a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que s√£o contaminados por este v√≠rus, os jornalistas, o jornalismo √© o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses m√©dicos. √Č esse um dos pap√©is que nos √© exigido, sem quarentenas, mas √† dist√Ęncia, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores t√™m acesso a informa√ß√£o cred√≠vel, rigorosa, tempestiva, √ļtil √† decis√£o. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas √ļltimas semanas, visitaram o ECO escolham por c√° ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunica√ß√£o, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de tr√™s anos de hist√≥ria.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo √© economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos econ√≥micos e as consequ√™ncias desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consult√≥rio de perguntas e respostas sobre as mudan√ßas na lei, em parceria com escrit√≥rios de advogados. Contamos hist√≥rias sobre as empresas que est√£o a mudar de neg√≥cio para ajudar o pa√≠s
  • Escrutinamos o que o Governo est√° a fazer, exigimos respostas, sa√≠mos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecr√£s das plataformas que nos permitem questionar √† dist√Ęncia.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO √© um jornal econ√≥mico online para os empres√°rios e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de cria√ß√£o de riqueza, para os estudantes que est√£o a chegar ao mercado de trabalho, para os novos l√≠deres.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise econ√≥mica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a fun√ß√£o do ECO e dos seus jornalistas √© ainda mais cr√≠tica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas ‚Äď n√£o s√£o fake news, porque n√£o s√£o news --, a responsabilidade dos jornalistas √© imensa. N√£o a recusaremos.

No entanto, o jornalismo n√£o √© imune √† crise econ√≥mica em que, na verdade, o setor j√° estava. A comunica√ß√£o social j√° vive h√° anos afetada por v√°rias crises ‚Äď pela mudan√ßa de h√°bitos de consumo, pela transforma√ß√£o digital, tamb√©m por erros pr√≥prios que importa n√£o esconder. Agora, somar-se-√£o outros fatores de press√£o que p√Ķem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as not√≠cias existem nos jornais, as redes sociais s√£o outra coisa, t√™m outra fun√ß√£o, n√£o (nos) substituem. Mas os meios v√£o conseguir estar √† altura dessa redescoberta?

√Č por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas not√≠cias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, n√£o gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e algu√©m o paga. No nosso caso, s√£o desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na fun√ß√£o do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que tamb√©m acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos neg√≥cios, a de desenvolvimento digital e multim√©dia est√£o a fazer a sua parte. Mas vamos precisar tamb√©m de si, caro leitor, para garantir que o ECO √© econ√≥mica e financeiramente sustent√°vel e independente, condi√ß√Ķes para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‚Äėfreemium‚Äô, isto √©, com not√≠cias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que poss√≠vel, os termos e as condi√ß√Ķes desta evolu√ß√£o, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta √© uma carta de apresenta√ß√£o, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas pr√≥ximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

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