Martim Menezes é o novo sócio da Abreu Advogados

A Abreu Advogados reforçou a equipa de sócios com a integração de Martim Menezes. O advogado transita da CCA Law Firm, que integrou durante 25 anos.

A Abreu Advogados integrou um novo sócio na sociedade. O advogado Martim Menezes vai reforçar a equipa de contencioso e comercial da firma, após 25 anos ao serviço da CCA Law Firm.

O novo sócio da Abreu centra a sua experiência profissional nas áreas de contencioso & arbitragem e comercial. Martim Menezes está inscrito também na Ordem de Advogados Brasileiros de São Paulo, onde apoiou operações importantes de clientes.

“Estou verdadeiramente satisfeito com a decisão de integrar a Abreu, uma sociedade que sempre se destacou no nosso mercado pela sua independência e dinâmica, e que tem sido pioneira em matérias como a tecnologia ou a sustentabilidade, que têm permitido um exponencial e firme crescimento. A sua marca espelha os valores e audácia dos seus sócios, com os quais me identifico e com quem quero trabalhar para continuarmos a entregar aos nossos clientes serviços jurídicos de excelência que respondam assertivamente aos desafios que enfrentam”, nota Martim Menezes.

Trabalhou, acompanhando operações de clientes, em mais de quinze países, estruturando entrada e saídas de empresas, investimento, desinvestimento, negociações, contratos, contencioso e em geral a gestão de risco das operações do ponto de vista legal”, refere a sociedade na página oficial.

Martim Menezes dá ainda aconselhamento a multinacionais que se instalam em Portugal e na Europa, estruturando esse investimento e acompanha clientes internacionais presente no setor da média, telecomunicações, tecnologia, turismo, imobiliário e saúde.

“É com enorme satisfação que anunciamos aos nossos clientes e ao mercado a integração do nosso mais recente sócio, Martim Menezes, com quem contamos para o caminho que temos vindo a percorrer na afirmação da independência e inovação da nossa prática. Acompanhamos o percurso do Martim há muitos anos e identificamo-nos com os seus valores e a forma como entende a advocacia”, nota Duarte de Athayde, sócio da sociedade.

(notícia atualizada a 16 de janeiro, pelas 10h46)

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Martim Menezes é o novo sócio da Abreu Advogados

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião