Revista de imprensa internacional

Senado aprova regras para o julgamento da destituição de Trump. Nações Unidas confirmam que Arábia Saudita mandou escutar Bezos. Vodafone é a oitava empresa a abandonar a criptomoeda do Facebook.

Depois de 12 horas de discussão, o Senado norte-americano aprovou as regras para o julgamento da destituição de Donald Trump. Rumores indicam que o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman terá sido o responsável pelo roubo de informação do telemóvel de Jeff Bezos, fundador da Amazon. Conheça estas e outras notícias que estão a marcar a atualidade internacional.

The New York Times

Senado aprova regras para o julgamento do impeachment de Trump

Após 12 horas de discussão, o Senado norte-americano definiu as regras do julgamento de impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A maioria republicana também rejeitou todas as 11 tentativas da oposição democrata de ouvir novas testemunhas contra o presidente. Leia a notícia completa no The New York Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

Reuters

Arábia Saudita invadiu telemóvel de Jeff Bezos

O príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, terá estado envolvido num roubo de informação do telemóvel do magnata Jeff Bezos. Os dois terão trocado mensagens via WhatsApp, tendo sido partilhado com o fundador da Amazon um ficheiro infetado, que serviu de porta de entrada para o telemóvel do multimilionário norte-americano. Esta quarta-feira, deverá ser divulgado um relatório pelas Nações Unidas que deverá confirmar essas notícias. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

Expansión

Vodafone desiste da criptomoeda do Facebook

A Vodafone é o oitavo sócio fundador da Libra a deixar o projeto. PayPal, eBay, Stripe, Visa, MasterCard, Booking Holdings e Mercado Pago são as outras empresas que já tinham decidido sair do projeto idealizado por Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. Leia a notícia completa no Expansión (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Cinco Días

Acciona quer modernizar rede ferroviária na Eslovénia

O grupo Acciona quer fazer parte do plano de modernização da rede ferroviária da Eslovénia e já apresentou a sua proposta. A Agência Eslovena de Infra-estruturas, 2DTK, recebeu um total de 15 propostas para a execução das obras, mas o projeto apresentado pela empresa espanhola de energias renováveis será um dos maiores. Este projeto consiste na construção de uma linha entre Divaca-Koper de 27 quilómetros, que irá melhorar o tráfego de mercadorias em Koper, o único porto de alto mar do país, uma obra avaliada em 1,2 mil milhões de euros. Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Business Insider

Netflix bate objetivos de crescimento internacional

A Netflix viu as receitas crescerem mais de 31% no último trimestre, em termos homólogos, para 5,47 mil milhões de dólares. Para essa evolução, contou com o aumento dos subscritores internacionais, enquanto, nos EUA, as subscrições ficaram abaixo das estimativas, num cenário de forte aumento da concorrência. A plataforma anunciou ter conseguido mais 8,76 milhões de subscrições pagas a nível global. E, desse número, 8,33 milhões dizem respeito a subscrições internacionais. Leia a notícia completa na Business Insider (acesso livre, conteúdo em inglês).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

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António Costa
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