Ironhack. 8 em cada 10 estudantes de bootcamps consegue emprego em menos de 90 dias

A maioria dos estudantes que frequentaram os bootcamps de web development e UX/UI design, em 2018, na escola de formação em tecnologia Ironhack, conseguiu emprego até três meses depois.

Oito em cada 10 estudantes que frequentam cursos de web development e UX/UI design, na Ironhack, conseguem emprego até três meses depois de concluírem a formação. Esta é a conclusão do estudo da escola de formação em tecnologia em Portugal, sobre o percurso dos 1.126 alunos que integraram os bootcamps em 2018, em regimes part-time e full-time. A Ironhack tem parcerias com mais de 600 empresas, entre elas a Cabify, a Everis ou a Capgemini.

“Na Ironhack, acreditamos num ensino orientado para resultados. Neste sentido, os nossos programas pretendem ensinar os fundamentos de forma imersiva e intensiva, preparando os alunos para os desafios que encontrarão no mercado de trabalho, onde esperamos que deem continuidade ao seu processo de aprendizagem, que deve ir muito além da sala de aula e ser encarado como uma atividade contínua ao longo da vida”, explica Álvaro González, diretor-geral da Ironhack Lisboa.

Em 2018, 63% dos alunos escolheu o bootcamp de programação e 84% conseguiu emprego nos primeiros três meses, percentagem que subiu para os 92% nos primeiros seis meses. Por outro lado, o design atraiu menos alunos, mas 72% encontrou emprego passados três meses, subindo para os 86% no primeiro semestre depois do curso.

“Tinha acabado de regressar a Lisboa depois de seis anos a trabalhar como tradutora lá fora e estava à procura de uma oportunidade para aprender competências que me tornassem competitiva num mercado laboral cada vez mais exigente”, conta Joana Duarte, aluna do bootcamp de web development da Ironhack Lisboa. “Um mês após ter terminado o curso de web development na Ironhack entrei na Waeg, consultora na área da transformação digital. Consegui fazer o que muitos diziam ser impossível: aprendi a programar em nove semanas e mudei radicalmente de carreira”, sublinha.

Na área de programação, os cargos mais procurados são front-end developer (17%), web developer (14%), full-stack developer (14%), engenheiro de software (3%) e software developer (3%), revela o mesmo estudo.

IronhackD.R.

Dos alunos que se formaram em UX/UI design, 31% continuou desempenhar essa função, 18% especializou-se em UX design e 3% em UI design. Paralelamente, 5% foi contratado como designer de produto e 4% como consultor de UX/UI.

“Um dos fatores que verdadeiramente diferencia a Ironhack é a rápida transição para o mundo do trabalho. Enquanto estudantes, estamos constantemente imersos nas práticas-padrão da indústria. O currículo é cuidadosamente estruturado para proporcionar uma educação voltada para o mercado”, conta Cristiana Barreto, aluna do bootcamp de UX/UI Design da Ironhack Lisboa.

Em Portugal, o setor das tecnologias de informação (TI) já representa quase um décimo das vagas de emprego disponíveis, segundo a empresa de recrutamento Randstad. Os bootcamps são uma opção com cada vez mais saída para quem quer adquirir novas competências tecnológicas após ter tirado um curso superior ou reorientar totalmente o seu percurso profissional para a área da tecnologia e a Ironhack tem apostado em torná-los mais acessíveis, através de iniciativas como o primeiro acordo de rendimento partilhado, em parceria com a Studentfinance. Este acordo permite aos estudantes pagarem os respetivos cursos só depois de conseguirem emprego na área.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ironhack. 8 em cada 10 estudantes de bootcamps consegue emprego em menos de 90 dias

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião