Mais 31.000 pessoas juntam-se à elite ultra rica. EUA continuam a liderar

O número de indivíduos com fortunas superiores a 26 milhões de euros aumentou 6%, o ano passado. EUA aparecem no topo do ranking, seguido da China, Alemanha, França e Japão.

A economia mundial está a abrandar, mas o número de “super ricos” aumentou 6%, o ano passado, para 513.244. Em 2019 mais 31.000 pessoas juntam-se a esta elite ultra rica, graças ao bom desempenho das bolsas a nível mundial, mas também à forte valorização do mercado imobiliário, revela o relatório dos consultores imobiliários Knight Frank.

Por elite utra rica entende-se o número de indivíduos com património líquido ultra-alto (na sigla em inglês UHNWI, ultra-high net worth individuals), ou seja, pessoas com fortunas avaliadas em 26,91 milhões de euros (30 milhões de dólares).

Quase metade desses “super ricos” vivem nos EUA, China, Alemanha, França e Japão.

Distribuição geográfica dos milionários com mais de 30 milhões de dólares

Fonte: Knight Frank Research

Prevê-se que a população de UHNWI aumente cerca de 27% para 650 mil pessoas até 2024, tendo em conta as grandes fortunas estão a emergir da Índia, Egito, Vietname, China e Indonésia, segundo avança o The Guardian.

 

Liam Bailey, o chefe global de pesquisa do Knight Frank, destaca que os países que mais crescem estão na Ásia e na África.

Segundo este relatório, a população UHNWI na Índia deverá aumentar 73% nos próximos cinco anos. Knight Frank espera que o Egito, onde existem 764 ultra ricos, seja o segundo país com maior crescimento. A previsão é que aumente 66% até 2024.

A população de UHNWI do Reino Unido aumentou 4% para 14.400, colocando o Reino Unido em sexto lugar, atrás dos EUA, China (61.600), Alemanha (23.000), França (18.800) e Japão (17.000).

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mais 31.000 pessoas juntam-se à elite ultra rica. EUA continuam a liderar

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião