Fundo Indico Capital Partners abre novo escritório em Madrid

A Indico Capital Partners abriu um escritório em Madrid para dar resposta ao crescente interesse de empresas espanholas. Quer ajudar startups a tornarem-se "globais" a partir de Espanha.

A Indico Capital Partners, o maior fundo de capital de risco privado português anunciou a chegada a Espanha e a abertura de um novo escritório, bem como a contratação de um investidor experiente em venture capital. O objetivo é dar resposta à crescente procura por parte de empresas que se querem tornar globais a partir de Espanha.

“Os resultados do fundo, que traduz o ecossistema nacional de alguma forma, só se conhecerão ao longo da próxima década, mas continuaremos a apoiar as empresas mais promissoras de Portugal prioritariamente e agora também as de Espanha”, sublinhou Stephan Morais, general managing partner da Indico Capital Partners, ao expressar o agradecimento público aos investidores. Em outubro do ano passado, o responsável já tinha feito um balanço positivo do primeiro ano de atividade do fundo — lançado nem janeiro — e destacado a crescente procura por parte de empresas espanholas.

Cristina Fonseca, cofundadora e acionista da Talkdesk, Stephan Morais, ex-administrador executivo da Caixa Capital, e Ricardo Torgal, ex-gestor de investimentos da Caixa Capital.

Criado em janeiro de 2019, o fundo de capital de risco tinha 54 milhões de euros comprometidos e conseguiu superar esse valor no primeiro ano de atividade, com mais de 40 investidores de 12 países. Na sua maioria, o capital veio de fundos de investimento, gestoras de fortunas, instituições de ensino, fundos de pensões, famílias e investidores individuais para ser aplicado em empresas de tecnologia disruptiva.

No total, a equipa de gestão composta por Stephan Morais, Cristina Fonseca, cofundadora e Ricardo Torgal, investiu um total de 17 milhões de euros em nove empresas, o que gerou um investimento superior a 205 milhões e permitiu criar mais de 600 postos de trabalho.

Lançado pela Indico Capital Partners, o Indico Capital Partners VC I é o primeiro fundo de venture capital português e privado, focado em investir nas fases iniciais de startups tecnológicas. O fundo tem como objetivo identificar, investir e capitalizar as startups ibéricas mais promissoras e investe entre 150 mil e 5 milhões de euros por empresa.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Fundo Indico Capital Partners abre novo escritório em Madrid

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião