Bynd Venture Capital investe na Impress. É a primeira ronda do novo fundo da VC

Clínica fechou ronda seed: é o 1.º investimento da Bynd com o fundo de 10 milhões anunciado em outubro, depois de o grupo de business angels se ter tornado sociedade de gestão de capital de risco.

A clínica espanhola Smile2Impress fechou uma ronda de investimento seed, anunciou a Bynd Venture Capital em comunicado. O financiamento, assegurado em parte pela gestora de capital de risco portuguesa, é um reforço no seu portefólio na área da saúde, e o primeiro investimento resultante do fundo de 10 milhões anunciado pela VC portuguesa em outubro. O montante do investimento não foi revelado.

A clínica espanhola, especializada em ortodontia invisível, apoia o seu serviço numa plataforma tecnológica e em inteligência artificial. Com a ronda, a startup pretende investir o mercado português e já abriu a primeira clínica em Lisboa. Até ao final do ano, deverá abrir novas unidades noutros pontos do país.

“A Impress destacou-se pela sua equipa de fundadores, que apresenta perfis complementares e experiência na indústria dentária, em negócios digitais e na fundação de startups, e uma grande ambição de crescimento a nível europeu. Vimos neste investimento uma oportunidade de mercado muito atrativa, com taxas de crescimento bastante relevantes”, explica Ana Paula Reis, partner da Bynd VC, citada em comunicado.

Acreditamos que Lisboa é um mercado onde podemos acrescentar muito valor, pois a oferta nesta área é escassa, e estamos comprometidos com este investimento.

Khaled Kasem

Médico ortodontista

“Ainda que muito do contacto entre a equipa médica e o paciente seja feito através da nossa plataforma digital, a experiência física na nossa clínica e a equipa médica especializada apenas em ortodontia invisível é também muito importante para nós, sendo algo que nos diferencia. Acreditamos que Lisboa é um mercado onde podemos acrescentar muito valor, pois a oferta nesta área é escassa, e estamos comprometidos com este investimento”, afirma Khaled Kasem, médico ortodontista e cofundador da clínica.

Com 10 anos de experiência no setor, a Bynd Venture Capital tem acompanhado a área da tecnologia aplicada à saúde, combinando o seu conhecimento em negócios de base digital (B2B e B2C) com as Ciências da Vida. A Impress é uma startup estabelecida em Barcelona que apresenta um modelo de distribuição direto ao consumidor e um suporte digital de atendimento ao paciente alimentado por inteligência artificial, o que lhe permite oferecer uma solução mais acessível e conveniente.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Bynd Venture Capital investe na Impress. É a primeira ronda do novo fundo da VC

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião