Lidl Portugal contrata 500 pessoas para responder à procura devido ao coronavírus

Face ao aumento exponencial da procura de bens essenciais devido ao coronavírus, a cadeia de supermercados alemã em Portugal, quer reforçar as equipas nas 258 lojas em todo o país.

O Lidl Portugal está a contratar 500 pessoas para responder ao aumento da procura e afluência nas lojas devido à progressão do novo coronavírus. O grupo quer aumentar as equipas nas 258 lojas e nos quatro entrepostos, de norte a sul do país.

Na mesma nota, o Lidl Portugal refere ainda que está em contacto com fornecedores para garantir o fornecimento de bens essenciais aos portugueses e está a reforçar as medidas de higiene e segurança em todas as lojas para minimizar os riscos de contágio.

“O Lidl quer fazer a sua parte para salvaguardar a economia, a criação de emprego em momentos como estes é fundamental. As equipas têm feito a diferença ao trabalharem arduamente para garantir que os portugueses encontram nas nossas lojas tudo o que procuram, mas esta é uma época sem precedentes e, por isso, precisam de mais ajuda”, sublinha Maria Román, diretora-geral de recursos humanos do Lidl Portugal.

Para reforçar as medidas de higiene e segurança, o Lidl disponibiliza gel desinfetante em todas as lojas e entrepostos, a limpeza de materiais e equipamentos e criou uma estrutura acrílica nas caixas de pagamento para reduzir o contacto físico entre os trabalhadores e os clientes. O Lidl colocou marcas no chão para assinalar a distância de segurança, na linha de caixa, e está a sensibilizar os clientes a optar pelo pagamento com cartão, através do sistema contacless ou MB Way, em vez de dinheiro.

“A empresa, consciente do seu papel na garantia do bem-estar social, está empenhada em unir esforços para não falhar com os portugueses“, sublinha o grupo em nota de imprensa.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lidl Portugal contrata 500 pessoas para responder à procura devido ao coronavírus

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião