Vodafone Portugal continua a crescer. Receitas sobem 5,3% para para 1.082 milhões

  • Lusa
  • 12 Maio 2020

As receitas totais da Vodafone Portugal subiram 5,3% no ano fiscal 2019/2020, em termos homólogos, para 1.082 milhões de euros.

As receitas totais da Vodafone Portugal subiram 5,3% no ano fiscal 2019/2020, em termos homólogos, para 1.082 milhões de euros, e as de serviços cresceram 5,5%, divulgou esta terça-feira a operadora de telecomunicações.

Em comunicado, a Vodafone Portugal adianta que, no período entre 1 de abril de 2019 e 31 de março de 2020, “os principais indicadores” da operadora “prosseguem a trajetória ascendente registada ao longo dos últimos anos”, sendo que os resultados “espelham, entre outras variáveis, o crescimento contínuo e sustentado do negócio fixo e a estabilização do segmento móvel”.

No período em análise, as receitas de serviços subiram 5,5% para 985 milhões de euros e as receitas totais avançaram 5,3% para 1.082 milhões de euros, em termos homólogos.

“Numa conjuntura setorial cada vez mais competitiva e desafiante, a Vodafone Portugal completa quatro anos e meio de crescimento sustentado de um dos mais importantes indicadores de negócio, o que só é possível graças a uma estratégia de avultados investimentos e de diversificação do negócio implementada no decurso dos últimos anos”, refere a operadora liderada por Mário Vaz.

A base de clientes do serviço fixo “continua a aumentar, atingindo 749 mil no final de março de 2020, dos quais 679 mil são clientes de televisão (+10,6% em termos anuais)”, refere.

Os clientes da banda larga fixa subiram 9,7%, em termos homólogos, para 743 mil.

“No decurso do último exercício, a Vodafone Portugal continuou a expandir a cobertura do seu serviço fixo e chega hoje a mais de 3,4 milhões de lares e empresas”, salienta a operadora, acrescentando que o número de clientes no segmento móvel atingia “4,7 milhões no final de março e foi objeto de investimentos que visaram a preparação da chegada da rede móvel do futuro, tendo mostrado, em diversas ocasiões, as potencialidades da mesma, bem como a prontidão da rede Vodafone para o lançamento do 5G em Portugal”.

A Vodafone Portugal encerrou o exercício fiscal 2019-2020 “com indicadores positivos, que atestam a afirmação e a consolidação dos vários pilares da estratégia adotada. O compromisso em oferecer a melhor experiência e serviço aos nossos clientes tem vindo a exigir, ao longo de mais de uma década, elevados níveis de investimento na expansão e modernização da nossa infraestrutura móvel e fixa de última geração”, afirma o presidente executivo, Mário Vaz, citado no comunicado.

“É graças a esta rede de elevada abrangência e resiliência, a qual tem vindo a ser sucessivamente distinguida por entidades independentes e nos recentes estudos da Anacom, que conseguimos responder rapidamente aos desafios da atual conjuntura”, prossegue o gestor.

Para Mário Vaz, a pandemia de Covid-19 veio mostrar que mais do que nunca as “comunicações fazem parte da coluna vertebral do país”.

“Fruto deste investimento e de um esforço inexcedível dos nossos colaboradores e parceiros, a Vodafone Portugal tem sido capaz de dar resposta às acrescidas necessidades de conectividade, de forma a garantir o pleno funcionamento das comunicações das famílias, das empresas, das instituições diretamente envolvidas na resposta a esta crise, sobretudo das áreas da saúde e educação, e dos organismos do Estado”, salienta Mário Vaz.

No entender de Mário Vaz, o “choque que ainda vivemos acelerou a transição digital”, considerando que este é um “momento que o país deve aproveitar para consolidar um novo modelo económico”.

“O novo exercício, que arrancou a 01 de abril, será ainda mais desafiante para os operadores a atuar no mercado nacional, e sem prejuízo das consequências negativas que a pandemia não deixará de trazer ao setor, não deixamos de manifestar o nosso otimismo quanto à capacidade coletiva do nosso país em ultrapassar com sucesso este momento crítico que atravessamos. Na Vodafone Portugal estamos comprometidos para que assim seja”, sublinha Mário Vaz.

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