ISCTE e BNP Paribas lançam especialização em mercados financeiros

O Iscte Business School e o banco BNP Paribas lançaram uma formação em capital markets and securities operations. Os alunos que concluam o curso têm acesso direto ao processo de recrutamento do banco.

A Iscte Business School lançou uma nova especialização em capital markets and securities operations, em parceria com o BNP Paribas, para preparar os estudantes que queiram fazer carreira em mercados financeiros. Os alunos que concluam o curso e que se candidatem às vagas do BNP Paribas são automaticamente admitidos num processo de recrutamento simplificado, que lhes dará acesso a uma primeira ronda de entrevistas sem necessidade de realizar os habituais testes de pré-seleção aplicados a todos os candidatos.

A especialização divide-se em três unidades curriculares: operações em mercados financeiros, investimentos e gestão de ativos e serão lecionados por Frédéric Jouneau, professor na Universidade Lumière Lyon 2, e por Frédéric Maury, responsável por um dos departamentos de operações financeiras do BNP Paribas em Portugal.

“Mercados financeiros é uma área que requer um know-how muito particular que não é fácil de se encontrar no mercado, mas os conteúdos dos planos de estudos de algumas das nossas licenciaturas já permitiam uma preparação base para este setor. O complemento que faltava surgiu através desta parceria com o BNP Paribas, o que nos permite ser uma universidade portuguesa com elevado impacto na formação de licenciados para poderem vir a trabalhar neste setor”, sublinha Ana Lúcia Martins, vice-dean para o ensino e inovação da Iscte Business School.

Ao longo do semestre, os alunos terão diversas oportunidades de networking e contacto com especialistas do BNP Paribas, beneficiando de um programa customizado e de uma abordagem teórico-prática aos temas de operações em mercados financeiros.

“Ao frequentar este programa, os alunos da Iscte Business School terão uma enorme vantagem competitiva a partir do momento em que concluem a sua licenciatura. O contacto com a realidade prática dar-lhes-á a possibilidade de adquirir competências essenciais a uma carreira em mercados financeiros, complementando o conhecimento teórico com a perspetiva de profissionais experientes nessa área. E isso será reconhecido através da simplificação dos processos de recrutamento que decidam iniciar connosco,” explica Hervé Reynaud, diretor de recursos humanos do BNP Paribas em Portugal.

Portugal tem sido uma aposta de recrutamento do BNP Paribas, que quer contratar 1.200 pessoas até ao final do ano. As vagas disponíveis no âmbito desta parceria poderão ser consultadas na página oficial do BNP Paribas.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

ISCTE e BNP Paribas lançam especialização em mercados financeiros

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião