Barkyn aposta em marca própria. Quer aumentar equipa

Ronda de Série A no valor de 5 milhões de euros tem como objetivo apostar no portefólio de produtos próprios e, como explica o fundador da startup, "tornar a experiência imbatível".

A Barkyn, startup que entrega comida personalizada e disponibiliza assistência veterinária de 24 horas, quer continuar a crescer nos mercados do sul da Europa — Portugal, Espanha e Itália — e proporcionar aos clientes “um produto e uma experiência imbatíveis”. Pretende contratar mais 15 pessoas para suportar a expansão, ao mesmo tempo que reforça a aposta na marca própria.

“Queremos alargar o portefólio de produtos próprios — estamos a descontinuar os que não são da nossa marca — e também investir em tecnologia. Queremos aumentar a experiência de omnipresença”, explica André Jordão, CEO e cofundador da Barkyn, em conversa com o ECO.

A Barkyn anunciou esta quinta-feira ter fechado uma ronda de financiamento Série A, no valor de 5 milhões de euros e liderada pela Indico Capital Partners. A ronda, além de possibilitar o alargamento da gama de produtos próprios — que conta com cerca de 30 referências –, vai também aumentar as categorias disponíveis.

O desenvolvimento dos novos produtos é feito dentro de casa nas fases de formulação, engenharia de custos, ingredientes e processos de qualidade. Por isso, apenas a produção da alimentação, snacks, suplementos e farmácia — esta última categoria, a mais recente aposta da startup — é feita em fábricas localizadas sobretudo na Península Ibérica. Na equipa que trabalha os novos produtos, a Barkyn conta com 12 pessoas entre engenheiros, designers e uma veterinária em regime de full time, e ainda com uma rede de 22 veterinários que colaboram com a empresa.

Atualmente, a Barkyn conta com uma equipa de 40 pessoas. Até ao final deste ano, a startup quer contratar mais 15 pessoas — para as áreas de tecnologias, marketing e operações — e ainda premiar os membros que já estão na empresa, assegura André Jordão. “Queremos investir muito em pessoas que já estão connosco, e não só na contratação de novas pessoas”, assinala.

A operar em Itália, Espanha e Portugal, a Barkyn tem como clientes mais de 40 mil famílias e os seus animais de estimação. Em 2020, a startup triplicou a receita no primeiro trimestre, quando comparado com o período homólogo.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Barkyn aposta em marca própria. Quer aumentar equipa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião