Amazon vai contratar 2.000 pessoas em Espanha este ano

A retalhista vai abrir dois armazéns logísticos e três estações e quer recrutar profissionais de armazém e engenheiros. Com as novas contratações deverá chegar aos 9.000 trabalhadores em Espanha.

A Amazon vai abrir dois novos armazéns logísticos e três estações em Espanha e espera contratar duas mil pessoas ainda este ano. A gigante norte-americana do comércio online vai contratar profissionais para as equipas de armazém e entregas e, ainda, engenheiros, especialistas em desenvolvimento de software, cientistas de dados e em cloud computing, chegando assim aos 9.000 trabalhadores naquele país, noticia esta manhã o jornal Expansión (conteúdo em espanhol, acesso livre).

A pandemia levou ao aumento da procura de serviços de comércio online, mas fontes da retalhista asseguram que as novas contratações já estavam planeadas “há meses” e não estão relacionadas com o novo coronavírus.

“O nosso compromisso a longo prazo com Espanha continua a ser forte. Estamos felizes de dar as boas-vindas a 2.000 novos colegas num ano particularmente complicado. Entusiasma-me especialmente a entrada em funcionamento de novos centros logísticos em zonas que, historicamente, sofreram altas taxas de desemprego“, sublinha Mariangela Marseglia, vice-presidente e diretora-geral da Amazon Espanha, citada pelo jornal.

Os dois armazéns vão ficar sediados em Sevilha e Alcalá de Henares e as estações em Múrcia, Barcelona e Leganés, na província de Madrid. Em Espanha, a Amazon conta ainda com um hub digital em Madrid e um centro de desenvolvimento e investigação em Inteligência artificial, em Barcelona.

O jornal espanhol avança ainda que a Amazon deverá investir 2.500 milhões de euros para abrir o seu sétimo centro de dados na Europa na região de Aragão, em Espanha.

Para fazer face à pandemia, a Amazon reforçou as contratações um pouco por todo o mundo. Só nos EUA, a empresa contratou mais 175 mil pessoas para os seus armazéns e centros logísticos. Em Espanha, a retalhista contratou 1.500 pessoas em contratos part-time para fazer face ao aumento da procura.

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