Competições de Surf vão realizar-se todas até final de outubro por causa da pandemia

Face à possibilidade de uma eventual segunda vaga da pandemia, a Federação Portuguesa de Surf decidiu redesenhar o calendário competitivo. Competições vão realizar-se todas até ao final de outubro.

A pandemia levou ao cancelamento ou adiamento de vários desportivos a nível mundial. E se, entretanto, várias competições foram retomadas, a ameaça de uma eventual segunda vaga tem levado as organizações a adaptarem-se aos “novos tempos”. A Federação Portuguesa de Surf (FPS) não é exceção e redesenhou o calendário competitivo para este ano, com as provas a terminarem todas até ao final de outubro.

A FPS, em conjunto com as várias entidades associadas, estipulou um calendário competitivo “ambicioso” que concentra a “esmagadora maioria das provas das modalidades e todos os escalões etários” até finais de outubro, informa o organismo em comunicado.

De acordo com a organização, o calendário passa “quase incólume”, com exceção feita à Taça de Portugal de Surfing, que deveria ser disputada entre 7 a 11 de abril. Pelo “timing e logística envolvidos, com centenas de atletas concentrados num só local”, foi cancelada por razões de segurança. Entre outras alterações estão as modalidades de promoção e de categorias não Open (Esperanças) que “terão os títulos atribuídos em provas únicas”, explica a FPS.

A título de exemplo, a primeira etapa do Circuito Nacional de Bodyboard arranca a 22 de agosto em Santa Cruz, Torres Vedras, com a quarta e última etapa a disputar-se entre os dias 24 e 25 de outubro, na Póvoa de Varzim. Todo o calendário pode ser consultado aqui.

Para o presidente da direção da FPS, João Aranha, esta alteração “é um esforço sobre-humano”, uma vez que se trata de “um plano ambicioso, montado sobre os ombros dos nossos clubes, associações e, no fundo, de todos os federados”, contudo, ressalva que as modalidades têm “um papel importantíssimo” no desenvolvimento “dos nossos jovens atletas”, bem como “na promoção da costa portuguesa”, conclui.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Competições de Surf vão realizar-se todas até final de outubro por causa da pandemia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião