Hoje nas notícias: reclamações, Altice e terrenos

  • ECO
  • 5 Agosto 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Num dia em que as explosões em Beirute dominam as capas dos jornais, o Jornal Negócios dá a conhecer que as queixas inscritas no livro de reclamações por via eletrónica dispararam durante o confinamento, altura em que a maior parte das compras era feita online. Já o Público adianta que o confinamento obrigatório imposto pelos Açores a quem chegava à região é inconstitucional, segundo os juízes do Tribunal Constitucional. Outra das notícias do dia são as câmaras multadas por não terem feito a limpeza dos terrenos, apesar de o prazo ter sido alargado. Veja estas e outras histórias que marcam a atualidade nacional.

Reclamações disparam 171% no confinamento

Em altura de confinamento, os consumidores apostaram nos meios que tinham à disposição digitalmente para formalizar queixas. O número de reclamações no Livro de Reclamações Eletrónico (LRE) no primeiro semestre de 2020 aumentou 171% face ao mesmo período do ano anterior. Foram mais de 82 mil as queixas registadas, a maioria dirigida ao setor das comunicações, algo que é já tendência no país e não mudou com os portugueses mais tempo em casa.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Governo regional dos Açores violou Constituição ao prender passageiros no hotel

Inconstitucional. É desta forma que os juízes do Tribunal Constitucional classificam a decisão do Governo Regional dos Açores de impor um confinamento obrigatório de 14 dias a quem chega à região. Um tribunal de primeira instância já tinha declarado, em maio, que a medida violava a Constituição e agora foram os juízes do Palácio Ratton a corroborar essa avaliação num acórdão de 31 de julho, mas que só foi tornado público esta terça-feira. Quem viaja para os Açores tem de apresentar um teste negativo à Covid-19 feito até 72 horas antes do voo ou fazer um despiste quando chega ao aeroporto, tendo de ficar em isolamento até ser conhecido o resultado.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Mais de 100 câmaras multadas por não limparem terrenos

Foram mais de uma centena as autarquias que não limparam os terrenos e que, por isso, foram multadas. Esta situação ocorreu mesmo numa altura em que o Governo tinha alargado o prazo para realizar estes trabalhos, devido à pandemia. Até 30 de junho os municípios tinham de garantir a realização de todos os trabalhos de gestão de combustível, devendo substituir-se aos proprietários e outros produtores florestais em incumprimento. A maior parte das sanções tem origem na falta de manutenção da estrada, sendo que as coimas vão até 120 mil euros.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Negociações salariais na Altice suspensas até outubro

As negociações salariais na Altice foram suspensas até ao mês de outubro, já que a empresa de telecomunicações quer aferir melhor os efeitos da pandemia na economia nacional. Desta forma, “dificilmente haverá uma atualização salarial este ano”, apontou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Altice em Portugal, Jorge Félix. A operadora terá mostrado abertura apenas para aumentos no salário mínimo da empresa, que é de 725 euros, mas tal está dependente do acordo com os sindicatos.

Leia a notícia completa no Dinheiro Vivo (acesso livre).

A curto prazo, crise com rei emérito “é muito mau para a monarquia espanhola”

Para António Martins da Cruz, a saída de Espanha do rei emérito Juan Carlos não vai pôr em causa a monarquia, pelo menos nos próximos anos, “porque os espanhóis têm bom senso e, numa altura em que estão frágeis, não vão fazer isso”. Mas, “se a situação política e social em Espanha se radicaliza cada vez mais, se se polariza, não consigo responder se a médio prazo não haverá alterações constitucionais”, admite o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros. O embaixador sublinha que “tudo o que afeta a estabilidade em Espanha é mau para Portugal”. “E, agora, apanha-nos numa altura muito má, de um ponto de vista sanitário e, sobretudo, económico”, acrescenta.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

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