43% dos encarregados de educação defendem aulas presenciais

Quase metade dos encarregados de educação prefere aulas presenciais. Defendem turmas mais pequenas e uso de proteção individual no regresso às aulas.

Com as férias de verão a chegar ao fim é altura de começar a preparar um novo ano letivo, marcado por uma crise de saúde pública. Quase metade (43%) dos encarregados de educação concorda que o regresso às aulas deve ser feito de forma presencial, de acordo com dados do Observador Cetelem.

A opinião não é unânime e 28% dos inquiridos prefere um sistema misto baseado em aulas presenciais e à distância e os restantes defendem um formato não presencial, através de aulas online e com recurso à telescola (27% para cada).

Os inquiridos com alunos a seu cargo no pré-escolar são os que mais defendem o regresso totalmente presencial (64%), sendo que esta é também a principal opção dos restantes encarregados desde o primeiro ciclo até ao ensino superior.

Um sistema misto é a opção dos inquiridos para o ensino superior (41%), já para o primeiro ciclo os encarregados de educação colocam a preferência pela continuação da telescola (34%) como na segunda opção. No que respeita ao ensino secundário (70%) e ao ensino superior (64%), a grande maioria dos inquiridos defende a retoma das aulas presenciais.

89% dos encarregados defendem turmas mais pequenas

O regresso às aulas representa uma novo desafio e as escolas têm que se adaptar a uma nova realidade e criar condições. As opiniões são divergentes, enquanto 42% considera que estão reunidas as condições necessárias para o regresso às aulas presenciais, 35% tem a opinião contrária.

Os inquiridos chamam à atenção para a lotação das salas de aulas e quase todos os encarregados (89%) concordam que é necessário criar turmas mais pequenas. Para além das turmas mais pequenas, 65% dos inquiridos reforça a necessidade das instituições estarem munidas de equipamentos de proteção individual, como álcool gel e máscaras. 61% reforça ainda que se dê primazia à utilização de espaços alternativos maiores (61%) e horários desfasados entre turmas (41%).

Este estudo teve por base uma amostra representativa de 503 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos de idade e com estudantes a seu cargo.

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