Blip dá bónus de 650 euros a colaboradores em teletrabalho

A tecnológica reforçou o apoio aos colaboradores em teletrabalho. Ao bónus de 250 euros, para material de escritório, acrescentou 400 euros para despesas de luz e gás durante os meses de inverno.

Com o regresso ao teletrabalho, anunciado a 4 de novembro, as empresas estão a reforçar o apoio aos trabalhadores e a antecipar os próximos meses. A empresa portuense Blip, que se dedica ao desenvolvimento de software de apostas desportivas para web e mobile, vai oferecer a cada um dos 330 colaboradores em teletrabalho um bónus de 650 euros. Além de 250 euros, que já estavam a ser concedidos para apoiar a aquisição de material de escritório, a empresa vai adicionar agora 400 euros para fazer face às despesas de eletricidade e gás durante os meses de inverno.

“Estas ações têm como objetivo não só suportar os custos de eletricidade e gás, que aumentam durante os meses de inverno nas casas dos trabalhadores, como também facilitar as condições de trabalho em casa, através da compra de secretárias, cadeiras ergonómicas, entre outros“, refere a empresa em comunicado.

Além disso, a empresa implementou uma nova política que permitirá aos seus colaboradores gozar até 30 dias de férias por ano de acordo com a sua antiguidade. Para apoiar os trabalhadores à distância, a tecnológica manteve o programa Employee Assistance Programme, que oferece assistência psicológica e social, aos colaboradores e às suas famílias.

“Estamos a passar por um período desafiante. Mais do que nunca a promoção do equilíbrio saudável entre trabalho e família é essencial. A Blip tem redobrado esforços para oferecer aos colaboradores condições para que se sintam bem e acompanhados, e essa é uma das razões por trás das novas medidas adotadas. Continuaremos a trabalhar para minimizar o impacto desta situação na vida dos colaboradores”, sublinha Mariana Ferreira, employee assistance manager da Blip, citada em comunicado.

Atualmente, a Blip tem 330 colaboradores nas áreas de engenharia informática e programação e menos de 5% encontra-se a trabalhar presencialmente.

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