Um quinto dos portugueses já usaram “smart watches” ou outros acessórios inteligentes

Dados divulgados pelo Eurostat mostram que o recurso a estes acessórios detentores da capacidade de se ligarem à internet é bem mais frequente entre os mais jovens.

Em Portugal, 19% das pessoas dizem já ter usado relógios ou outros acessórios detentores da capacidade de se ligarem à internet. Os dados foram divulgados esta quinta-feira pelo Eurostat, que revela ainda que, considerando a média da União Europeia, o recurso a estes dispositivos é mais frequente entre os mais jovens.

Assim, o Eurostat conclui que a percentagem de portugueses que já utilizou dispositivos de natureza inteligente — nomeadamente relógios (smart watches), bandas de fitness e óculos ou auscultadores com a capacidade de se conectarem à internet, entre outros — se equipara à média de todos os países da União Europeia (19%).

A República Checa (35%), a Finlândia (33%) e a Estónia (31%) são os países cujos habitantes mais utilizam este tipo de aparelhos. No extremo oposto estão a Grécia (7%), Roménia (8%) e Chipre (9%) onde estes acessórios inteligentes têm menos importância para as populações.

Adicionalmente, os dados do Eurostat, referentes a 2020, mostram que, na União Europeia, são os mais jovens que recorrem mais frequentemente a este tipo de aparelhos. São os indivíduos com idades compreendidas entre os 16 e os 24 que os usam em maior escala (28%), seguindo-se os grupo etários dos 25 aos 54 anos (23%) e dos 55 aos 64 anos. Apenas 5% das pessoas com mais de 65 anos e menos de 74 dizem já ter usado acessórios detentores da capacidade de se ligarem à internet.

Os assistentes virtuais, sob a forma de uma aplicação ou de um altifalante inteligente, são também bastante populares entre os residentes na União Europeia. De facto, 11% dos indivíduos com idades compreendidas entre os 16 e os 74 anos diz já ter recorrido aos mesmos. Soluções que se conectam à internet para fins de gestão de energia, tais como termóstatos, medidores, luzes ou plug-ins, foram, por sua vez, utilizadas por 10% dos europeus.

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