Morais Leitão, King & Wood Mallesons, DLA e Uría com aumento de capital da EDP e EDP Renováveis de 1500 milhões

A Morais Leitão, King & Wood Mallesons e Uría estiveram na operação de aumento de capital da EDP e EDP Renováveis de 1500 milhões.

A Morais Leitão, através de equipa de corporate, M&A e mercados de capitais e de direito fiscal, assessorou a EDP e a EDP Renováveis (as maiores utilities portuguesas, ambas cotadas no Euronext Lisbon) num aumento de capital da EDP Renováveis de cerca de 1500 milhões de euros por oferta privada, mediante a emissão de 88.250.000 novas ações da sociedade.

A King & Wood Mallesons (Madrid) prestou assessoria jurídica à EDP e EDPR em aspetos de direito espanhol. Por sua vez, a DLA Piper assessorou o conselho de administração da EDPR na operação.

Os coordenadores responsáveis pela oferta contaram por sua vez com a assessoria jurídica da Uría Menéndez (escritórios de Madrid e de Lisboa).

A equipa da Morais Leitão foi liderada pelo sócio Ricardo Andrade Amaro e incluiu ainda os sócios Nuno Galvão Teles, Francisco de Sousa da Câmara e Bruno Santiago, a advogada sénior Diana Ribeiro Duarte e o associado Pedro Capitão Barbosa.

A operação, uma das maiores transações de mercados de capitais em Portugal dos últimos anos e a maior do ano até agora, foi realizada no contexto da divulgação do novo plano de negócios da EDP e da EDP Renováveis, nos termos do qual foram anunciados investimentos de cerca de 19 mil milhões de euros para instalar aproximadamente 20 GW de centros eletroprodutores renováveis até 2025.

O preço global de subscrição do aumento de capital foi fixado de antemão, através de uma colocação acelerada de 88.250.000 ações da EDP Renováveis (accelerated bookbuilding) pela Morgan Stanley e pelo Citigroup a investidores institucionais, facilitada pelo empréstimo de tais ações pela EDP aos bancos. A Morgan Stanley e o Citigroup utilizaram posteriormente os fundos obtidos no processo de accelerated bookbuilding para subscrever o aumento de capital anunciado pela EDP Renováveis e consequentemente devolver à EDP as ações emprestadas.

 

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