TAP: Portugal não pode “dispensar companhia aérea”, diz Catarina Martins

A coordenadora do Bloco de Esquerda defende que Portugal "deve ter uma companhia área de bandeira".

A coordenadora do Bloco de Esquerda assume que está “muito preocupada com a TAP”, mas defende que Portugal, nomeadamente pela posição geográfica, não pode “dispensar companhia aérea”. Catarina Martins reitera que o país “deve ter uma companhia área de bandeira”, que “serve a economia e faz a ligação a comunidades portuguesas”.

Questionada sobre quanto se deve emprestar à TAP, a coordenadora bloquista responde que deve ser “o que tiver sentido para ter uma companhia de bandeira”, em entrevista na TVI24. Sem se comprometer com um valor, Catarina Martins diz que espera que “seja menos que cinco mil milhões” de euros.

A bloquista aponta ainda que o montante depende de “quem é a TAP”. “Se a TAP for empresa que não é bem pública, serve interesses que ninguém percebe bem quais são, qualquer tostão é dinheiro a mais“, atira. Já se “for companhia aérea de bandeira”, com interesse público que “serve país, que serve economia portuguesa e ligação a comunidades”, é outro caso, aponta.

Para Catarina Martins, Portugal, “com a posição geográfica que tem”, não pode “dispensar companhia aérea, deve ter companhia área de bandeira que tenha sentido na frota, no emprego e serviço público”.

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