Hoje nas notícias: Novo Banco, Moedas e multas

  • ECO
  • 3 Agosto 2021

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Esta terça-feira os jornais dão destaque à reação do PS ao relatório final do inquérito ao Novo Banco, o qual sofreu alterações do PSD e do BE, a um novo projeto solar de uma empresa alemã e à candidatura de Carlos Moedas à presidência da câmara de Lisboa. Nota ainda para multas nas praias por incumprimento de regras e o Governo a fechar, para já, a porta ao aumento de vagas no Ensino Superior para compensar más notas nos exames.

PS queixa-se de “ajuste de contas” na comissão de inquérito ao Novo Banco

O Partido Socialista acusa a direita e o Bloco de Esquerda de transformarem a comissão de inquérito ao Novo Banco “num ajuste de contas com o PS”, dando mais responsabilidade no dossier ao Governo de António Costa, o qual foi responsável pela venda do banco ao Lone Star. Numa longa declaração de voto divulgada esta segunda-feira, os socialistas escrevem que “o relatório preliminar foi injustamente acusado de enviesamento” e que “cabia ao PSD não ceder à vertigem das conclusões políticas”. O PS considera que existem sete conclusões do relatório final do inquérito “sem qualquer ligação aos factos apurados, algumas delas falsas”.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Governo fecha a porta a reforço de vagas para compensar más notas nos exames

Não é definitivo, mas para já o Governo fecha a porta a um reforço das vagas para compensar as más notas nos exames, em especial de Matemática A, o que coloca os alunos deste ano em desvantagem perante os que utilizem o exame do ano passado. “Até ao presente momento, não existem elementos que indiciem a necessidade de assumir idêntica medida”, afirma fonte oficial do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) ao Público, deixando, porém, em aberto que “não deixarão de se tomar as decisões apropriadas, caso circunstâncias excecionais, idênticas às do ano passado, o voltem a exigir”. Porém, os professores insistem: “É um problema de justiça. Os alunos deste ano não podem ficar fora do curso em que entrariam em condições normais apenas pelo facto de Matemática ter um exame muito mais difícil este ano”, diz o presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM), João Araújo.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Moedas: “Tenho de lutar muito nesta fase em Lisboa”

O candidato da coligação Novos Tempos (PSD, CDS, MPT, PPM e Aliança) à Câmara de Lisboa diz em entrevista, após ter entregado as listas aos órgãos sociais, que terá de “lutar muito nesta fase em Lisboa” para convencer os “muitos indecisos” a votar em si. “Penso humildemente que as pessoas devem conhecer-me e saber quais são as minhas ideias para a cidade”, diz Carlos Moedas, apostando no contacto no terreno até 26 de setembro. Sobre Fernando Medina, queixa-se da maior visibilidade mediática que tem e critica-o por não ter “ouvido as pessoas”.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Falta de máscara e festas ilegais originam dezenas de multas na praia

Desde que entraram em vigor as regras de acesso à praia, a 18 de maio, a Polícia Marítima já passou 71 multas a banhistas e a empresas com atividades nas praias do litoral. A falta de máscaras e a realização de eventos não autorizados foram as situações que originaram mais multas: 22 pessoas foram multadas por não usar máscara à saída do areal e 23 promotores foram sancionados com multas a partir do mil euros. As contraordenações tiveram mais expressão na região de Lisboa e no Algarve.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso condicionado)

Alemães somam projeto de 4,3 mil milhões no solar

A Solcarport, empresa detida pela alemã Newcon Energy, é a responsável por um quarto dos projetos solares que se candidataram ao licenciamento por acordo com a REN. No conjunto, a empresa propõe investir desta forma 4,3 mil milhões de euros no fotovoltaico em Portugal. Os 20 projetos da Solcarport surgem dentro de uma vaga de 78, que estão sob análise pela REN e que correspondem a 17 GW, representando um reforço na capacidade solar para o qual a rede elétrica ainda não está preparada. Os dois projetos apresentados pela portuguesa Tecneira estão no segundo e terceiro lugar da tabela publicada pela DGEG. Vão exigir um investimento base de 440 milhões de euros.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (link indisponível)

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