Blip dá a colaboradores escolha sobre modelo de trabalho e apoio a despesas. Quer contratar 185

Tech hub do Grupo Flutter Entertainment irá apoiar financeiramente os colaboradores para as despesas como deslocações ou eletricidade e Internet.

Escritório, teletrabalho ou modelo híbrido. Na Blip, tech hub do Grupo Flutter Entertainment, os colaboradores podem, a cada seis meses, optar por um destes modelos de trabalho, com o apoio financeiro da empresa para despesas como deslocações ou eletricidade e Internet. A empresa quer aumentar em 50% a equipa este ano, para 575 colaboradores, ou seja, mais 185 colaboradores.

“Com a pandemia, a realidade de trabalho alterou-se em todo o mundo. Por forma a nos adaptarmos melhor às necessidades atuais quer dos nossos colaboradores, quer dos futuros, pensamos nestes novos modelos de trabalho, que acreditamos que nos vão ajudar a continuar a crescer e a captar ainda mais talento”, explica Sara Sousa, General Manager da Blip, citada em comunicado.

Depois de no ano passado ter aumentado em 16% o número de colaboradores – hoje são mais de 400 –, a Blip prevê este ano um crescimento de 48%. Quer fechar o ano com 575 trabalhadores, mais 185.

Hub aposta na flexibilidade

Os futuros colaboradores poderão escolher trabalhar remotamente, em modelo híbrido ou no escritório, desde que tenham morada fiscal em Portugal. Os novos modelos, em vigor desde abril, surgiram depois de a Blip ter ouvido, através de um inquérito, os colaboradores. Mais de 40% preferiu um modelo de trabalho híbrido ou completamente remoto.

“Para tornar esta transição mais fácil, a Blip decidiu aumentar o reembolso oferecido aos colaboradores que trabalham a partir de casa, para que estes possam pagar despesas decorrentes do seu trabalho, estabelecer visitas regulares aos escritórios para todos os colaboradores (assegurando os custos) e normalizar o trabalho à distância”, informa a companhia sediada no Porto, que produz tecnologia e software à medida para web e mobile para o Grupo Flutter Entertainment. Cada colaborador pode alterar o modelo selecionado a cada seis meses.

Na opção de trabalho remoto, os colaboradores com residência em Portugal Continental ou ilhas terão de deslocar-se ao escritório no Porto “apenas uma vez por trimestre, contando com um apoio de até 70€ para deslocações até ao escritório, bem como com 60€ por noite para estadia até 5 dias no Porto, além de 70€ mensais para despesas de eletricidade e Internet.

Se a escolha recair no modelo híbrido, os colaboradores terão de ir ao escritório uma ou duas vezes por semana, “tendo um apoio de 35€ mensais para deslocações, 35€ mensais para despesas com eletricidade e internet e possibilidade de estacionamento gratuito junto ao escritório da empresa (mediante disponibilidade).”

Quem optar pelo trabalho presencial — contempla a ida ao escritório três a cinco vezes por semana — terá também um “apoio de 70€ mensais para deslocações, bem como a possibilidade de estacionamento gratuito junto ao escritório da empresa (mediante disponibilidade).”

Em qualquer um dos modelos, a companhia disponibiliza 250€ para estabelecimento de home office e 100€ para o mesmo fim a cada três anos.

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