Hoje nas notícias: gás, despesas e TAP

  • ECO
  • 23 Setembro 2022

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Desde a entrada em vigor da medida que permite aos consumidores regressarem ao mercado regulado do gás natural, a 7 de setembro, só cerca de 18 mil fizeram esse pedido. A maioria dos portugueses já corta em despesas de lazer (72%) e reduz consumo de luz, gás e/ou água em casa (62%). Conheça estas e outras notícias em destaque na imprensa nacional esta sexta-feira.

Apenas 18 mil consumidores pediram para aderir ao mercado regulado do gás

Do universo de 1,3 milhões de potenciais beneficiários, apenas cerca de 18 mil consumidores do mercado liberalizado pediram para ter tarifa regulada do gás natural desde que entrou em vigor a medida que permite regressar ao mercado regulado, há duas semanas. Desse número, perto de 12 mil já foram contratualizados, enquanto os restantes pedidos ainda estão a ser analisados. Embora o número de pedidos de adesão às tarifas reguladas ainda esteja muito longe do total de clientes que poderão fazê-lo, a Adene (agência que gere as mudanças de comercializador nos mercados de eletricidade e de gás natural) antecipa que os números deverão vir a crescer substancialmente em breve.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado)

Maioria dos portugueses já corta no lazer, gás, luz e água

Os portugueses estão a reduzir o consumo face à elevada inflação, sendo que 48% dizem viver com dificuldade com os seus atuais rendimentos. De acordo com uma sondagem realizada pelo ICS/ISCTE, a maioria dos portugueses (72%) começou por cortar nas “despesas com atividades de lazer, tais como pas­seios, refeições fora de casa, hobbies, cinema ou espetáculos”, enquanto 62% dos inquiridos dizem já ter “diminuído o uso doméstico de eletricidade, gás e/ou água”. Além disso, mais de um terço dos portugueses (37%) cortou em bens de primeira necessidade e 19% em despesas de saúde. Deixar de conseguir pagar a renda ou a prestação da casa é uma preocupação para 57%.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)

Dados de Costa e diretor do SIS expostos após ataque à TAP

O primeiro-ministro, António Costa, o diretor do Serviço de Informações de Segurança (SIS), Adélio Neiva da Cruz, o comandante-geral da GNR, Rui Clero, e o líder do Chega, André Ventura, tiveram os seus dados expostos na dark web pelo grupo de hackers Ragnar Locker, que atacou os servidores da TAP. Em relação a Costa, por exemplo, foi tornada pública apenas uma morada antiga, tendo sido exposto o e-mail de uma colaboradora do seu gabinete. Quanto a Neiva da Cruz, foram revelados o número de telemóvel e e-mail.

Leia a notícia completa no Expresso (acesso pago)

“Pessoas estão dispostas a sacrifícios para a Segurança Social, se Governo falar verdade”

Francisco Assis considera que os portugueses estão dispostos a assumirem sacrifícios para assegurar a sustentabilidade da Segurança Social, mas o Governo tem de ser transparente e explicar os desafios que o sistema que garante pensões enfrentará nos próximos anos. “As pessoas estão dispostas a sacrifícios para a Segurança Social, se Governo falar verdade”, sublinhou o presidente do Conselho Económico e Social.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago)

UGT traça “linha vermelha” para aumento de rendimentos acima de 7%

Para a UGT, “a linha vermelha” para a subida dos rendimentos “não pode ser abaixo dos 7%”. O líder da estrutura sindical, Mário Mourão, considera que este aumento poderá ser feito não “só através dos salários”. “Há muitas formas de aumentar os rendimentos dos trabalhadores, por exemplo, através da política fiscal”, explicou. O dirigente sindical apontou para uma baixa da carga fiscal sobre os rendimentos de trabalho. “Há que aliviar o IRS, nomeadamente nos escalões”, pede Mário Mourão.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre)

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