Montenegro quer Estado sem intromissões e “dirigismos ideológicos”
"Os portugueses clarificaram recentemente o país que procuram" e Portugal não precisa de mais nada para ser o país que quer ser, afirmou o primeiro-ministro.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta terça-feira que quer um Estado que seja uma base para “cada um ser aquilo que quiser”, sem intromissões, nem “dirigismos ideológicos”.
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Num vídeo publicado na sua conta de Instagram, Luís Montenegro, afirmou que é “possível construir um Portugal seguro, um Portugal que olha para os portugueses e lhes dá as ferramentas para terem uma casa digna, uma saúde de qualidade e um ensino com espírito transformador. Um Portugal onde o Estado sirva de base para cada um ser aquilo que quiser, sem intromissões nem dirigismos ideológicos”.
Na mensagem, no âmbito da celebração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o primeiro-ministro adiantou que “os portugueses clarificaram recentemente o país que procuram” e acrescentou Portugal não precisa de mais nada para ser o país que quer ser.
“Temos uma das mais amplas zonas económicas do planeta, estamos numa posição estratégica e no epicentro do mundo ocidental e somos um lugar de gente dinâmica e empreendedora, com um território rico em recursos e potencialidades. Não precisamos de mais nada para sermos o país que realmente queremos ser”, disse.
Montenegro realçou que Portugal já foi “uma nação com uma história cheia de conquistas e descobertas”, salientando que o país já “ultrapassou desafios para dar novos mundos ao mundo e para construir ainda hoje as pontes que tecem algumas das mais relevantes ligações internacionais”.
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