Fundo soberano

No encerramento do 43.º Congresso do PSD, a 21 de junho de 2026, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou a intenção do Governo de criar um fundo soberano, gerido no quadro do IGCP, para permitir a intervenção do Estado em setores estratégicos: “Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações”, explicou.

Para o Fundo Monetário Internacional, um rácio de dívida elevado não impede que país disponha de ativos "bem geridos" através de um fundo soberano, como o anunciado por Montenegro.