As escolhas de… Joana Andrade Correia

Joana Andrade Correia é sócia da Raposo Bernardo & Associados, desde 2020, e conta com experiência essencialmente nas áreas de societário, M&A, private equity e financeiro.

Na edição de setembro da revista Advocatus, Joana Andrade Correia, sócia da Raposo Bernardo & Associados desde 2020, com experiência essencialmente nas áreas de societário, M&A, private equity e financeiro, partilhou as suas escolhas.

Estas são as suas escolhas!

O livro favorito

É tão difícil escolher apenas um! Entre os escritores estrangeiros, “Cem Anos de Solidão”, de Gabriel García Márquez e entre escritores portugueses, “Os Maias”, do nosso fascinante Eça.

O filme que nunca perde…

Acho que ainda é mais difícil escolher apenas um filme. Com pena de tantos que ficam para trás elejo “A Vida é Bela”, que é um poema representado do princípio ao fim.

Uma série de sempre…

Aqui não resisto em dizer apenas uma: “A Casa de Papel”. Para mim a melhor série que já vi. É extraordinária. À volta de um tema simples constrói-se um labirinto de emoções, suspense e vidas cruzadas. Aguardo, com ansiedade, a próxima temporada.

A viagem de eleição…

Sempre as viagens que hão-de vir. As viagens são as nossas melhores memórias. Por isso, não consigo eleger apenas uma. Todas as que fiz foram importantes em cada momento. Penso sempre no que falta ainda conhecer e na sorte que tenho tido em fazê-las sempre na melhor companhia.

Uma memória…

Muitas vezes os casos marcantes também dependem do momento em que surgem. Com os anos de advocacia é normal acumularmos muitos casos relevantes. Mas casos marcantes são diferentes. Por vezes são dos mais simples mas que por uma razão ou outra nos deixam memórias. Recordo um caso desses durante o meu estágio, mesmo quando estava a começar. E que me marcou imenso porque me fez perceber muito cedo a importância da nossa profissão e o poder que a nossa intervenção pode ter na vida das pessoas. Foi uma das minhas primeiras oficiosas e deparei-me, numa das escalas na Boa Hora, com um caso de um arguido que estava a ser julgado por um crime que havia cometido já há algum tempo. Entretanto tinha organizado a sua vida: tinha trabalho estável e família constituída para sustentar, estando integrado na sociedade. Recordo-me de ter estudado o caso nos escassos minutos que tive antes do julgamento e defendi-o dentro do que me foi possível nessas circunstâncias. O juiz quis ditar logo a sentença para a ata: condenação com pena de prisão efetiva por 2 ou 3 anos. Pedi a palavra, também logo no momento, e ditei para a ata a interposição de recurso, o que levou a que a pena ficasse suspensa. Apresentei recurso para a Relação que veio a condenar o arguido numa pena suspensa. Naquele momento foi muito gratificante saber que contribui para manter aquela pessoa livre e junto da sua família.

Na secretária nunca faltam…

Muito trabalho, canetas, computador e post-its. E o mais importante, fotografias dos meus filhos.

A primeira coisa que faz quando acorda…

Espreguiço-me e espreito o sol.

O primeiro despertador toca às…

06h50

Para começar bem o dia nada melhor do que…

Tomar um ótimo pequeno-almoço. Para mim é fundamental, é a minha refeição favorita.

A primeira coisa que faz quando chega a casa…

Descalçar-me.

Os tempos livres são para…

Brincar com os meus filhos na montagem de legos (que adoro), passear com os meus filhos e o meu marido, ver filmes e ler um bom livro.

Um lema de vida…

Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes.

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