As escolhas de… Joana Ribeiro Pereira

Joana Ribeiro Pereira é sócia da SPS desde 2013 e tem experiência essencialmente nas áreas de imobiliário, urbanismo, contratação pública, bancário e contencioso. Descubra as suas escolhas!

Na edição de dezembro da revista Advocatus, Joana Ribeiro Pereira, sócia da SPS desde 2013, com experiência essencialmente nas áreas de imobiliário, urbanismo, contratação pública, bancário e contencioso, partilhou as suas escolhas.

Estas são as suas escolhas!

O livro favorito

Gosto muito de ler, mas embora prazeroso, não é um exercício fácil, requer tempo físico e emocional e muitas vezes não temos nenhum deles… O mais recente livro que li e adorei foi a “Amiga Genial” da Elena Ferrante.

O filme que nunca perde…

Adoro cinema! Todos os anos, tento sempre fazer a “maratona” dos nomeados para óscares. Mais recentemente, adorei o “Green Book”.

Uma série de sempre…

Agora estou viciada nos “Friends”, 20 anos depois.

As viagens de eleição…

Não consigo eleger só uma. Nova Iorque em 2005 com as minhas amigas do coração e o regresso a essa cidade com o meu pai em 2017. O Rio de Janeiro em 2013 foi uma viagem de amigos que nunca esquecerei. Mas revisitar Paris com o marido no ano passado foi muito, mesmo muito especial.

Na secretária nunca faltam…

O telemóvel para comunicar com mundo, o batom do cieiro, a calculadora para fazer “contas à vida” e o caderno de notas.

A primeira coisa que faz quando acorda…

Espreguiçar e rezar para que o dia seja brando.

O primeiro despertador toca às…

Agora com o meu filho António, ele é que é o nosso despertador e dá sinal às 7h00.

Para começar bem o dia nada melhor do que…

Um café tipo “americano” e o sorriso do meu filho.

A primeira coisa que faz quando chega a casa…

Tirar os “saltos” e estender-me 5 minutos no sofá (quando o filho o permite).

Os tempos livres são para…

Gosto muito de viajar e passear, descobrir lugares novos e experimentar restaurantes. Mas estar com a família, que é já muito extensa (só sobrinhos e afilhados são 15) é sempre a nossa prioridade dos fins de semana.

Uma memória…

A memória também é minha, porque estava no mesmo gabinete, mas a conversa foi com a minha sócia e amiga Sara Henriques. Um colega já mais velho e experiente, num daqueles telefonemas stressantes para resolver um tema no dia, virou-se para ela e disse: “oh dra. não stress que o sol amanhã também nasce!” E não é que nasce mesmo?! Temos citado esse colega muitas vezes, virou uma espécie de “mantra”.

Um lema de vida…

Quase com 40 anos de idade e já com 16 de advocacia, tem mesmo que ser o “Kiss”: Keep It Simple (Stupid)! – os parênteses são meus.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

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