As escolhas de… Henrique Sousa Freire

Henrique Sousa Freire, advogado da Caiado Guerreiro desde 2017, com experiência essencialmente nas áreas de corporate e M&A, TMT e laboral. Descubra as suas escolhas!

Na edição de outubro/novembro da revista Advocatus, Henrique Sousa Freire, advogado da Caiado Guerreiro desde 2017, com experiência essencialmente nas áreas de corporate e M&A, TMT e laboral, partilhou as suas escolhas.

Estas são as suas escolhas!

O livro favorito

Terei que eleger dois livros favoritos com estilos bem diferentes: “As intermitências da Morte”, de José Saramago; e “Good to Great”, de Jim Collins.

O filme que nunca perde…

Dois filmes inspiradores baseados em histórias verídicas: “Into the Wild”, de Sean Penn (com banda sonora de Eddie Vedder), e “Chasing Mavericks”, de Michael Apted e Curtis Hanson.

Uma série de sempre…

“House of Cards”, “Peaky Blinders” e também uma série original da Netflix e da Vox de pequenos documentários “Resumindo”.

As viagens

Austrália. Não perderia a possibilidade de explorar as suas praias paradisíacas e os seus corais únicos, passando pelo seu deserto (Uluru) e terminando com uma noite na Ópera de Sidney.

Na secretária nunca faltam…

Café, comida e água… obviamente para além do computador e telemóvel.

Qual é a primeira coisa que faz quando acorda?

Tomo o pequeno-almoço.

O primeiro despertador toca às…

7:50.

Para começar bem o dia nada melhor do que…

Estar bom tempo e poder ir de mota para o trabalho.

A primeira coisa que faz quando chega a casa…

Ligo à minha família, logo após tirar o fato e os sapatos.

Os tempos livres são para…

Estar com a minha família e brincar com os meus sobrinhos, sempre que possível.

Uma memória…

Recordo com especial carinho um “Closing” de uma transação que representava um significativo investimento estrangeiro na criação de uma fábrica no interior do país. Marcou-me particularmente o sentimento de esperança que aquela transação trouxe para aquela região, expresso no rosto dos representantes das autarquias locais, motivada pela criação de um número significativo de novos postos de trabalho. Foi o culminar recompensador do trabalho de redação e preparação de contratos, constituição de entidades e várias reuniões de negociação. Naquele momento reconheci em primeira mão que, diretamente ou indiretamente, o nosso trabalho pode afetar (positivamente, de preferência!) a vida de muitas famílias portuguesas.

Um lema de vida…

(Well) Done is better than Perfect!

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

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