Estabilidade política e rating favorável são essenciais para atrair investimento estrangeiro, diz Pedro Rebelo de Sousa

Pedro Rebelo de Sousa, managing partner da SRS Advogados, defende que Portugal continua a ser apetecível para os investidores, "enquanto houver estabilidade política e rating favorável".

Desde o financeiro, passando pelo da saúde até ao dos media, vários foram os setores, que tendo em conta a pandemia, Pedro Rebelo de Sousa, managing partner da SRS Advogados, perspetiva que possam ter mais movimento em 2021.

Para o líder da firma “enquanto houver estabilidade politica e rating favorável face à liquidez existente nos mercados internacionais Portugal aparece em certos setores/segmentos como um target internacional ainda atraente”.

Que setores, tendo em conta o contexto atual, podem ter mais movimento em 2021?

Setor Financeiro (bancário e não bancário) com as apostas da fintech e digital, alterações profundas regulatório/consolidação, da Saúde/Farmacêutico, da Informação, Media e Tecnologia e setor de Infraestruturas e Construção.

Pedro Rebelo de Sousa, managing partner da SRS AdvogadosPaula Nunes/ ECO

Que tipo de operações podem vir a acontecer?

Reestruturações empresariais e concursos para projetos de infraestruturas e M&A/investimento estrangeiro internacional, inbounds e outbounds e imobiliário.

Portugal continua a ser apetecível para os investidores?

Sem dúvida. Enquanto houver estabilidade politica e rating favorável face à liquidez existente nos mercados internacionais Portugal aparece em certos setores/segmentos como um target internacional ainda atraente.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Estabilidade política e rating favorável são essenciais para atrair investimento estrangeiro, diz Pedro Rebelo de Sousa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião