Clientes e equipa são o foco da Costa Pinto Advogados

Com a faturação a crescer há sete anos, José Costa Pinto, sócio fundador, assegura que o maior objetivo é o de garantir o espaço e as condições para que cada um na equipa possa evoluir.

“Fazer dos objetivos dos nossos clientes o nosso foco”. É esta a missão diária da Costa Pinto Advogados, uma sociedade fundada em 2013, por José Costa Pinto, ex-presidente da Associação Nacional de Jovens Advogados Portugueses.

“Esta frase resume a nossa missão diária. Viver a profissão com paixão e intensidade com foco total nos objetivos dos nossos clientes, mas sem nos misturarmos ou perdermos neles. A independência de ação e de pensamento é essencial e por isso não nos confundirmos com os objetivos dos nossos clientes”, explicou José Costa Pinto.

Sublinhando que o foco nos clientes é essencial para o sucesso do que fazem, o sócio fundador acredita que a componente do serviço é tão fundamental como a dimensão técnica do trabalho.

José Costa Pinto, sócio fundador da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

Há sete anos em atividade, o advogado relembrou: “sentado sozinho no escritório, lembro-me de pensar no desafio que tinha pela frente. Era impossível saber o que iria acontecer, e ainda bem, mas estava muito consciente que a base de qualquer projeto bem-sucedido é sempre focar-nos no que depende de nós e ter uma estratégia coerente com os nossos valores e propósitos”.

Salientando a importância da equipa que compõe a Costa Pinto Advogados para o sucesso e do crescimento anual nos diversos pontos de vista, o sócio fundador defende que o projeto é “bem-sucedido”.

“Há vários dados que confirmam este crescimento. Desde o volume de faturação, que tem sido em crescendo desde o 2013, mas também a evolução no tipo de clientes e operações em que estamos cada vez mais envolvidos, muitos em setores tão relevantes como o de private equity, fundos de investimento e bancário, em projetos de dimensão considerável e que exigem cada vez mais de nós”, explicou.

José Costa Pinto, sócio fundador da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

José Costa Pinto referiu ainda os vários prémios que a firma tem recebido ao longo dos anos, quer seja por parte dos clientes, quer por parte dos pares. Mas para o sócio o “melhor está por vir”, uma vez que o futuro que tem pela frente “será muito mais entusiasmante do que os quase oito anos que já passaram”.

No site afirmam aliar os valores da advocacia tradicional às melhores práticas da advocacia moderna, que segundo o sócio fundador advém das referências familiares. “Eu nasci numa família com vários advogados e, entre família e amigos da família, cresci entre muitos advogados, alguns deles referências de vida. Sendo filho, irmão, neto, bisneto, sobrinho, primo de advogados fantásticos, aquilo que considero ser a “advocacia tradicional” é a que aprendi com eles, desde cedo. A advocacia que é independente, dedicada, capaz, resiliente e sonhadora”, explicou.

José Costa Pinto assegura ainda que muitas das melhores práticas da “advocacia moderna” foram aprendidas nos projetos internacionais dos quais fez parte, a Simmons & Simmons, que deu origem à SRS Advogados, e a Uría Menéndez-Proença de Carvalho.

Escritório da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

Faturação cresce há sete anos

O ano 2020 foi um ano atípico para todos os setores, incluindo o da advocacia devido à pandemia. A Costa Pinto Advogados teve também que se adaptar e reinventar. À Advocatus, o sócio fundador explicou que a Covid-19 teve um impacto na forma de trabalho e na gestão da firma, que foi muito mais intenso e imprevisível.

“Houve circunstâncias excecionais que obrigaram, e continuam a obrigar, a constantes processos de decisão, num cenário de incerteza e dúvida, em que temos de cuidar de todos, mas temos, também, que não perder o discernimento e garantir que a estrutura continua a trabalhar e a corresponder ao seu fim último que é, como já comentamos, ‘fazer dos objetivos dos nossos clientes, o nosso foco’”, assegurou.

José Costa Pinto, sócio fundador da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

Face à pandemia, José Costa Pinto explicou que garantiram que existissem no escritório os “mais altos padrões de segurança” de forma a proteger a saúde dos clientes e da equipa. “Até à data se tem revelado com uma eficácia extrema, mesmo quando tivemos um caso positivo na equipa ninguém mais ficou contaminado, o que demonstra a eficácia das medidas de segurança que temos implementadas”, acrescentou.

Apesar do ano inesperado, a faturação em 2020 cresceu pelo sétimo ano consecutivo.

“O crescimento do societário manteve-se em linha com os anos anteriores e verificámos, também, um crescimento das áreas de laboral e imigração. Em particular, na minha área de negócios senti sempre que houve vontade de se concluírem os projetos que estavam em curso e em avançar para novos”, assegurou.

Mas o sócio fundador notou também que o ano de 2020 deixa ainda um conjunto de projetos em pipeline, designadamente em projetos de private equity e M&A, que lhes dão segurança e equilíbrio para enfrentarem 2021 com otimismo.

Escritório da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

“Não vale a pena temer o futuro, temos é que o criar à nossa imagem e dimensão”

Sem previsão de virem a apostar em novas áreas de prática num futuro próximo, José Costa Pinto afirma que a sociedade está focada nas áreas atuais.

Por um lado, a área de fusões e aquisições, societário e comercial que lidera e onde possuem uma equipa com “grande experiência profissional em várias áreas do chamado ‘direito dos negócios’”.

Temos trabalhado com clientes exigentes e com elevada experiência transacional. Isto pressupõe, sem dúvida, uma permanente capacidade de resposta. Assim, no final do primeiro semestre de 2020 definimos como estratégia da sociedade identificar e procurar reforços para a nossa equipa com senioridade e experiência reconhecidas no mercado, que se iniciou com a entrada do Miguel Castro em julho de 2020 vindo da MGRA e da Rita Chambel em janeiro de 2021 vinda da VdA”, explicou.

José Costa Pinto, sócio fundador da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

Por outro lado, a Costa Pinto Advogados direciona também o foco para a área de laboral e imigração, liderada pelo sócio Manuel Ferreira Mendes, “que tem igualmente projetado um crescimento significativo nos próximos anos”.

O nosso futuro continuará na senda do que temos feito, trabalhando na melhoria da equipa, na capacidade da sociedade em internacionalizar o seu trabalho nas nossas áreas de atividade principais, continuando a trabalho no desenvolvimento de uma rede internacional que permita sermos uma firma com uma clientela tendencialmente internacional”, assegurou o sócio fundador.

À Advocatus, garantiu que a evolução lhes tem permitido trabalhar com clientes em áreas importantes como private equity, fundos de investimento e bancário. “Os nossos próximos passos serão sempre no sentido de garantir o sucesso destes projetos. Queremos, também, continuar a melhorar nos tempos próximos os instrumentos de gestão e de apoio ao trabalho da sociedade”, acrescentou.

"Há uns anos disse aqui que ‘não vale a pena temer o futuro, temos é que o criar à nossa imagem e dimensão’, pois não vejo missão que mais me entusiasma do que prosseguir este desígnio.”

José Costa Pinto

Sócio fundador da Costa Pinto Advogados

Vendo o crescimento como uma consequência e não como uma causa, José Costa Pinto pretende que continuem a percorrer um “caminho bem-sucedido”, trabalhando com os “valores certos” e terão como consequência o crescimento orgânico.

“Se me pergunta qual o meu maior objetivo neste momento, eu digo-lhe com toda a convicção que é o de garantir o espaço e as condições necessárias para que cada um na nossa equipa possa evoluir nos próximos anos e afirmar-se neste exigente mercado”, ambiciona.

Escritório da Costa Pinto AdvogadosHugo Amaral/ECO

O líder da Costa Pinto quer ainda continuar a dar senioridade à equipa, tendo já em perspetiva algumas entradas para reforçar a capacidade de resposta aos desafios crescentes. “Este é o objetivo que mais me entusiasma neste momento em que conversamos e estou certo que será o meu maior desafio nos próximos anos”, sublinhou.

José Costa Pinto perspetiva os próximos anos com grande entusiasmo, consciencializado dos desafios, mas confiante com o projeto e com o trajeto até então percorrido.

“Há uns anos disse aqui que ‘não vale a pena temer o futuro, temos é que o criar à nossa imagem e dimensão’, pois não vejo missão que mais me entusiasma do que prosseguir este desígnio”, conclui.

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