Portugal tem a maior subida mensal da UE na produção industrial

  • ECO e Lusa
  • 13 Setembro 2017

Em julho, Portugal registou um aumento de 1,9% da produção industrial, o mais elevado da União Europeia, revela o Eurostat. Mas em termos homólogos, a subida soma 5,2%.

Portugal registou, em julho, o maior crescimento mensal da produção industrial (1,9%), tendo o indicador aumentado 0,1% na zona euro e baixado 0,3% na União Europeia (UE), revelou o Eurostat esta quarta-feira.

Em termos homólogos, a produção industrial aumentou 3,2% na zona euro e 3,1% nos 28 Estados-membros. Face ao mesmo mês do ano passado, em Portugal, a produção industrial aumentou 5,2%.

Entre os 24 Estados-membros para os quais há dados disponíveis, Portugal registou a maior subida em cadeia (1,9%), seguindo-se a Irlanda (1,8%) e a França (0,6%).

Os dados do gabinete oficial de estatísticas da UE mostram que os maiores recuos mensais da produção industrial se observaram na República Checa (-9,8%), na Hungria (-4,1%), em Malta e na Eslováquia (-3,3% cada). Na variação em cadeia, as maiores subidas no indicador foram observadas na Eslováquia (9,2%), na Letónia (8,9%) e na Roménia (7,6%). As baixas mais marcantes registaram-se na Irlanda (-9,2%), na Dinamarca (-3,1%) e em Malta (-1,7%).

E tudo leva a crer que as perspetivas positivas deverão continuar. De acordo com os dados da Markit, divulgados a semana passada (5 de setembro), o índice compósito que soma as expectativas para os setores industrial e dos serviços (PMI) a Alemanha teve um desempenho melhor do que o previsto inicialmente (55,8 pontos em agosto, contra os 55,7 previstos), o que significa que o motor da economia europeia tem a sua atividade em máximos de dois meses e a Irlanda, por exemplo, também teve o melhor desempenho dos últimos três meses (58,2 pontos).

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portugal tem a maior subida mensal da UE na produção industrial

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião