PLMJ e Uría mudam de instalações em 2018

Depois da Abreu Advogados e da Vieira de Almeida, em 2018 será a vez da PLMJ mudar-se para a Fontes Pereira de Melo e da Uría - Proença de Carvalho passar para o Marquês de Pombal.

Primeiro, foi a Abreu Advogados, seguida da Vieira de Almeida. Para 2018 será a vez da PLMJ e da Uría – Proença de Carvalho mudarem de instalações.

No caso do escritório fundado por José Miguel Júdice, a mudança será da Av. da Liberdade para a Av. Fontes Pereira de Melo e acontecerá apenas no final de 2018. O atelier de arquitetos responsável pelo projeto é o BGA – Bak Gordon Atellier.

No caso da Uría – Proença de Carvalho a mudança será para a Praça Marquês de Pombal, mais concretamente para o antigo edifício da EDP.

No dia 3 de outubro, a Abreu Advogados inaugurou oficialmente a sua nova sede, na zona ribeirinha da cidade de Lisboa (na foto).

Dora Miller

 

A nova sede, localizada na Avenida Infante D. Henrique, conta com dois pisos, 4.200m² de área do terreno e 7.400m² de área bruta de construção. O novo espaço dispõe de 14 salas de reunião para clientes e cinco internas, um auditório com capacidade para 100 pessoas, uma área de refeição (Foodcourt), com capacidade para 70 pessoas e, ainda, espaços de lazer e ao ar livre, como um pequeno jardim interior e um terraço interno, bem como uma área de balneários para os colaboradores desportistas.

Com uma fachada de 100 metros virada para o rio, a Abreu Advogados tem agora toda a equipa reunida sob o mesmo teto e num só piso.

a Vieira de Almeida (VdA), a mudança ocorreu no final de novembro, para um edifício na zona de Santos, propriedade da Fidelidade Property Europe, SA – (que assegura a gestão dos investimentos imobiliários do Grupo Fidelidade). O projeto ficou a cargo da OPENBOOK Architecture e PMC Arquitectos, em articulação com a VdA de modo a refletir a sua cultura e o seu posicionamento institucional.

No caso das novas instalações da VdA, “o projeto resulta da reabilitação de um complexo industrial em Santos, convertido num moderno edifício de escritórios, distinguindo-se pela valorização patrimonial e cultural do edifício, respeitando a sua história e memória, através da reinterpretação do espaço industrial legado a uma zona da cidade que está a despertar para uma nova vivência”, segundo comunicado enviado pela Fidelidade.

O escritório, que ocupa na totalidade cerca de 8.330 m2 de área bruta acima do solo e 3.192 m2 de área bruta abaixo do solo, resulta de um projeto de reabilitação de um conjunto de naves industriais em Santos, da propriedade da Fidelidade Companhia de Seguros, e a sua conversão num moderno edifício de escritórios. O edifício, uma referência de estilo em edifícios do tipo industrial da primeira metade do século XX, mantinha a sua arquitetura original de grande interesse, embora em avançado estado de deterioração.

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