Plano fiscal e economia animam Wall Street

A aprovação do plano fiscal no Senado e a evolução positiva do PIB animam os primeiros minutos de negociação do outro lado do Atlântico.

Trump deu uma prenda à economia norte-americana com uma baixa de impostos como há 31 anos não se via. O Congresso aprovou esta quarta-feira o plano fiscal prometido pelo Presidente. Em Wall Street, os ganhos do dia só não são maiores porque há muito que os investidores estavam à espera da notícia. A ajudar também ao bom sentimento estão ainda os dados da economia.

“Estamos a promover uma descida histórica dos impostos para os americanos”, escreveu Donald Trump na sua conta pessoal no Twitter, numa altura em que a prometida descida de impostos está mais perto de acontecer.

Neste cenário, o S&P 500 abriu com ganhos ligeiros de 0,21%. Também o industrial Dow Jones e o tecnológico Nasdaq avançaram 0,24% e 0,26%, respetivamente.

 

O choque fiscal vai permitir uma redução dos impostos a famílias e empresas. No caso do setor empresarial, a taxa baixa de 35% para 21%. Para os investidores isto significará mais lucros para as empresas, trazendo a promessa de maiores dividendos.

No plano macroeconómico, foram divulgados dados sobre a evolução da economia dos EUA. O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 3,2% no último trimestre, adiantou o Departamento do Comércio norte-americano na sua terceira estimativa apresentada esta quinta-feira.

“O mercado está a olhar para outros fatores além das perspetivas em relação aos impostos e está guiado por notícias macro”, referiu Peter Cardillo, economista da First Standard Financial, à agência Reuters. “Estamos a caminho de uma sessão timidamente positiva, com os indicadores económicos a animar os investidores”, acrescentou.

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Plano fiscal e economia animam Wall Street

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião