Iberian Lawyer distingue dez advogadas portuguesas

A revista Iberian Lawyer lança uma nova iniciativa, o Inspira Law, focado na liderança feminina no sector jurídico. Dez advogadas portuguesas, em 50 ibéricas, foram distinguidas.

A revista Iberian Lawyer acaba de lançar uma nova iniciativa – o Inspira Law – focado na liderança feminina no sector jurídico. O Inspira Law será composto de uma série de eventos e de espaços editoriais próprios que pretendem dar a conhecer, notabilizar e pôr em contacto as mais proeminentes mulheres no campo jurídico (advogadas integradas em escritórios de advogados e in house lawyers).

Nesta primeira fase a Iberian Lawyer, torna públicos os resultados de um inquérito em que participaram mais de 500 profissionais e que votaram nas advogadas e juristas de empresas que consideram mais relevantes.

Na lista “Inspira Law” das 50 mulheres mais votadas constam dez portuguesas, 40 espanholas num total relativas à Península Ibérica. As dez portuguesas são:

  • Carmo Sousa Machado – sócia da Abreu Advogados;
  • Gabriela Rodrigues Martins -sócia da AAA Advogados;
  • Graça Carvalho – Head of Legal dos CTT;
  • Magda Cocco – sócia da VdA;
  • Margarida Olazabal Cabral – sócia da MLGTS;
  • Maria Castelos – sócia da CS Associados;
  • Mariana Norton dos Reis – sócia da Cuatrecasas;
  • Paula Gomes Freire – sócia da VdA;
  • Serena Cabrita Neto – sócia da PLMJ;
  • Susana Pimenta de Sousa – sócia da Garrigues Portugal.

A lista das 50 mulheres resulta de uma votação em que participaram mais de 500 profissionais do setor jurídico, que as reconhecem nas suas carreiras, servindo de inspiração para as novas gerações de advogadas. O facto de ocuparem posições de destaque ou de senioridade, de terem responsabilidades na supervisão de operações a nível internacional, a especialização numa determinada área de prática, a capacidade de liderança e de desenvolvimento de negócio, são algumas das características comuns apontadas às 50 mulheres distinguidas.

A lista completa das vencedoras e algumas das conclusões desta votação podem ser lidas na última edição de 2017 da revista Iberian Lawyer. A Iberian Lawyer é uma editora espanhola especializada no setor jurídico que publica um site de online artigos e vídeos e uma revista bimestral para uma audiência de cerca de 25 mil leitores.

A 23 de Janeiro, em Madrid, haverá um evento de celebração com estas “Iberian Lawyer Inspira Law Top 50 Women“.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Iberian Lawyer distingue dez advogadas portuguesas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião