Estas são as dez empresas mais atrativas para trabalhar em Portugal

A Randstad identifica as empresas com maior capacidade de atração sobre o mercado de trabalho. Os resultados deste ano não são muito diferente dos de 2017.

No momento de escolher uma carreira, como é que os portugueses olham para as empresas a operar no país? E sobre quais têm melhor impressão? Esta é a pergunta colocada pela empresa de recrutamento Randstad, que anualmente edita o Employer Brand Research. Os resultados deste ano não são muito diferentes dos de 2017.

Este estudo, desenvolvido todos os anos juntos da população ativa, identifica as empresas que maior capacidade de atração têm sobre o mercado de trabalho, tendo em conta critérios como o salário, o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, oportunidades de carreira, entre outros.

Assim, a repetir o primeiro lugar conquistado no ano passado está a Microsoft, destacando-se a sua saúde financeira, utilização das tecnologias mais recentes e reputação. Segue-se-lhe a farmacêutica Hovione, que se destaca pelos mesmos motivos, e a TAP, principalmente por ser um trabalho interessante.

Para completar o top dez juntam-se a Nestlé, a ANA, a RTP, a Delta Cafés, a Siemens, o Banco de Portugal e a Corticeira Amorim. Já quando falamos em setores, a área da saúde é a eleita pelos portugueses, seguindo-se a aviação e a da informática e consultoria.

Banco de Portugal é o mais seguro, onde mais se progride e mais se ganha

Para além das distinções, a Randstad destacou as empresas que obtiveram pontuações mais altas em determinados parâmetros. E embora tenha sido a Microsoft a marcar mais pontos entre todas as empresas, o Banco de Portugal destaca-se em alguns pontos.

Para a amostra deste estudo, o Banco de Portugal oferece o salário e os benefícios mais atrativos, mais segurança e estabilidade e uma maior oportunidade de progressão na carreira. Já quando se fala na saúde financeira da empresa, a que mais pontua entre os trabalhadores nacionais é a Nestlé.

A Delta Cafés é, por sua vez, a que mais galardões conseguiu angariar. A empresa liderada por Rui Nabeiro destacou-se no equilíbrio trabalho/vida pessoal, na reputação, no ambiente de trabalho e na áreas ambiental e de responsabilidade civil.

Por fim, a RTP foi considerada a empresa com o trabalho mais estimulante e desafiante, enquanto a Siemens destaca-se pela utilização de tecnologia de ponta.

Melhorias na economia incentivam portugueses a mudar de emprego

Segundo o estudo da Randstad, a melhoria das condições económicas em Portugal tornaram-se um fator de influência na altura de tomar a decisão: fico nesta empresa ou mudo de vida? Os dados mostram que 15% dos inquiridos trocou de empresa no último ano e 27% tem intenção de o fazer no próximo ano.

Para além das condições económicas, os portugueses olham para salários e estabilidade. No caso das saídas, as justificações apresentadas mais recorrentemente são salário baixo (54%), evolução de carreira curta (50%) e falta de reconhecimento (42%).

Já o que leva os portugueses a ficar na mesma empresa é, sobretudo, a estabilidade profissional (48%), seguindo-se o salário e os benefícios (41%) e a saúde financeira da organização (40%). Ainda assim, quando se olha para os dados em termos de género, 42% das mulheres pensam duas vezes antes de sair de um sítio se este lhe oferecer um bom equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

No entanto, os portugueses têm agora formas diferentes de procurar oportunidades de emprego. O estudo revela que 45% das pessoas veem no LinkedIn o canal favorito para procurar trabalho, mas há ainda uma grande fatia (47%) que não dispensa o IEFP. A rede social profissional é mais popular entre a faixa etária dos 18 aos 24 anos.

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