CTT chegam a acordo com sindicatos. Aumentos salariais atingem 1,3%

CTT e sindicatos já têm um acordo de princípio para a atualização dos salários. Aumentos vão chegar aos 1,3% para quem recebe menos. Empresa vai colocar 125 trabalhadores nos seus quadros.

Já há um acordo de princípio entre CTT CTT 1,55% e sindicatos para a atualização dos salários. Os aumentos vão chegar aos 1,3% para quem recebe menos. A administração da empresa comprometeu-se ainda a colocar 125 trabalhadores nos quadros até final do primeiro semestre do próximo ano.

O entendimento foi alcançado esta quarta-feira entre empresa e principais sindicatos do setor após mais uma reunião negocial, a sétima, embora a assinatura final do acordo apenas esteja prevista para final do mês.

Para os trabalhadores com um salário base até 1.279,9 euros, representando mais de 60% do total da força de trabalho dos CTT, os aumentos serão de 1,3%. Quem recebe entre 1.279,91 euros e 2.790,39 euros terá um aumento de 1,2%. E para salários acima de 2.790,40 euros, os aumentos serão de 1,1%. Para todos há um aumento mínimo de 12 euros.

Estes aumentos serão aplicados com retroativos a janeiro de 2018 e abrangem os trabalhadores dos Correios de Portugal e trabalhadores de todas as empresas do grupo, incluindo Banco CTT, CTT Expresso, Transporta, entre outras.

Adicionalmente, a administração liderada por Francisco Lacerda comprometeu-se a admitir nos quadros da empresa um total de 125 trabalhadores com contratos a prazo até final do primeiro semestre do próximo ano: 50 carteiros mais 50 técnicos de negócio e gestão são admitidos até final do ano; e outros 25 carteiros até junho de 2019.

“Estamos muitos satisfeitos com a chegada a acordo com as 11 associações sindicais representativas dos trabalhadores dos CTT, após um curto processo negocial, o que só foi possível devido ao diálogo social entre as partes”, disse fonte oficial da empresa ao ECO.

Do lado dos sindicatos, o sentimento é o mesmo. “Estas admissões irão contribuir para preencher alguns dos postos de trabalho em aberto na Distribuição e Atendimento”, frisa a Sindetelco, um dos sindicatos que deu luz verde ao entendimento. “Este acordo só foi possível devido ao diálogo social e à vontade dos sindicatos e da empresa na negociação coletiva”, acrescentou a estrutura sindical num comunicado.

(notícia atualizada às 18h17)

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