Rato, Ling, Lei & Cortés integra TrustLaw

Rato, Ling, Lei & Cortés – Advogados (Lektou) passou a integrar o grupo TrustLaw, um programa da Fundação Thomson Reuters que oferece serviços jurídicos pro bono a ONG's de referência a nível global.

O escritório de advogados Rato, Ling, Lei & Cortés – Advogados (Lektou) passou a integrar o grupo TrustLaw, um programa da Fundação Thomson Reuters que oferece serviços jurídicos pro bono a ONG’s de referência a uma escala global.

A TrustLaw é o maior facilitador de serviços jurídicos pro bono a nível mundial, servindo de plataforma entre ONG’s e empresas sociais e escritórios, sociedades de advogados e departamentos jurídicos. Ao todo, fazem parte deste programa mais de três mil parceiros que trabalham com o objetivo de combater problemas como a desigualdade de género, tráfico humano e escravatura e a crise de refugiados, e para defender os direitos de comunidades minoritárias, a liberdade de expressão e os direitos ambientais dos cidadãos de todo o mundo.

Para o sócio Pedro Cortés, a colaboração com a plataforma “representa a compreensão de uma realidade e de uma prática internacional a que os escritórios de advogados não podem estar alheios“.

O responsável pelo escritório em Portugal, Óscar Alberto Madureira, explica, em declarações enviadas à Advocatus, que “a adesão à plataforma significa que o escritório se pretende posicionar na vanguarda da responsabilidade social empresarial nas jurisdições onde presta serviços”.

Por isso, e como forma de demonstrar a responsabilidade social do escritório e dos seus profissionais, as equipas de Portugal e Macau da Lektou passarão a estar envolvidas e a prestar, sempre que solicitadas, serviços jurídicos pro bono ao programa da Fundação Thomson Reuteurs, de modo a prestar ajuda a ONG’s e empresas sociais, numa mudança social.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Rato, Ling, Lei & Cortés integra TrustLaw

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião