Caldeira Cabral ouvido sobre escolha de deputado para ERSE agendada para sexta

  • Lusa
  • 10 Outubro 2018

O deputado escolhido para a administração do regulador de energia foi o socialista Carlos Pereira. Esta sexta-feira, o ministro da Economia vai ao Parlamento explicar a decisão.

A audição parlamentar do ministro da Economia sobre a nomeação do deputado socialista Carlos Pereira para a administração do regulador da energia foi agendada para sexta-feira à tarde, disse, esta quarta-feira, fonte da comissão de Economia à Lusa.

A audição de Manuel Caldeira Cabral, na sexta-feira às 15:00, foi agendada esta quarta à tarde, horas depois da comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas ter adiado a reunião com Carlos Pereira, acrescentou a mesma fonte.

PCP e CDS-PP apresentaram requerimentos na reunião da comissão, pedindo, respetivamente, um adiamento da audição marcada para esta quarta-feira a Carlos Pereira, bem como uma audição ao ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, sobre esta nomeação para a Entidade Reguladora do Setor Energético (ERSE).

Um dos temas do debate quinzenal desta quarta com o primeiro-ministro, na Assembleia da República, foi a escolha de Carlos Pereira, criticada pelo líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, e na véspera pelo deputado do CDS Pedro Mota Soares.

O Governo escolheu o deputado socialista Carlos Pereira para vogal do Conselho de Administração da ERSE, substituindo no cargo Alexandre Santos, cujo mandato terminou em maio.

A nomeação já teve parecer favorável da Comissão de Recrutamento e Seleção para Administração Pública (Cresap), que considerou que o perfil de Carlos Pereira é “adequado” às funções, visto que “apresenta um perfil académico com licenciatura em Economia complementada com pós-graduações em economia e sociologia rural, planeamento, estratégia e gestão de turismo”.

Além disso, o escolhido “tem experiência profissional superior a 20 anos em cargos de gestão privada e cargos políticos como vereador e deputado na Assembleia da República, onde participou em várias comissões relacionadas com este setor, destacando-se a coordenação da elaboração e discussão de diversos diplomas sobre o setor da energia”, refere o parecer a que a Lusa teve acesso.

(Notícia corrigida às 20h16).

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