Morreu Paul Allen, cofundador da Microsoft

O cofundador da Microsoft, Paul Allen, morreu esta segunda-feira, vítima de cancro. Tinha lutado contra o mesmo problema há nove anos... e vencido.

Morreu esta segunda-feira o cofundador da Microsoft, Paul Allen. Tinha 65 anos e morreu em Seattle (EUA), vítima de cancro. A notícia foi avançada pela CNBC, que cita fonte da família. A irmã do tecnólogo, Jody Allen, destaca que foi “uma pessoa notável a todos os níveis”.

Allen revelou no início deste mês que estava a ser alvo de tratamento de um linfoma. Não era a primeira vez que lutava contra esta doença. Nove anos antes, fora-lhe diagnosticado o mesmo problema, mas tinha conseguido vencer o cancro. Nessa altura, a doença levou-o a deixar o cargo de presidente executivo da Microsoft, empresa que fundou com Bill Gates em 1975.

Era um dos homens mais ricos do mundo, surgindo em 44.º lugar no top das maiores fortunas pessoais, elaborado pela Forbes.

“Enquanto muitos conheceram Paul Allen como tecnólogo e filantropo, para nós, foi um irmão e tio muito amado, e um amigo excecional. A família e os amigos foram abençoados pela sua inteligência, calor, generosidade e profunda preocupação”, disse a irmã, Jody Allen, num comunicado citado pela CNBC.

Satya Nadella, atual presidente executivo da Microsoft, já reagiu. “Enquanto cofundador da Microsoft, na sua forma discreta e persistente, criou produtos mágicos, experiências e instituições, e, desse modo, mudou o mundo”, afirmou o gestor, num comunicado.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Morreu Paul Allen, cofundador da Microsoft

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião