BPI quer crescer e atingir quota de 12,5% no crédito à habitação e de 15% no do consumo

Com os números esperados no plano estratégico, o BPI estima um crescimento médio anual de proveitos de 7%, durante os próximos três anos, até 2021.

O Banco Português de Investimento (BPI), controlado pelo CaixaBank, quer aumentar a sua carteira de crédito já a partir do próximo ano. De acordo com o seu plano estratégico de 2019 a 2021, divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a instituição liderada por Pablo Forero pretende crescer e alcançar uma quota de 12,5% no crédito à habitação e, no crédito ao consumo, chegar a uma quota de 15%.

O crédito ao consumo deverá sentir uma expansão anual de 8%. Já no caso do crédito às empresas, este deverá crescer cerca de 5%. Com os números estimados, o BPI espera um crescimento médio anual de proveitos de 7%, durante os próximos três anos, explica o banco em comunicado.

Além disso, os próximos anos deverão ser marcados pela forte aposta na digitalização. Se, por um lado, o banco quer aumentar os seus clientes digitais, por outro, quer simplificar os processos.

O BPI estima que o número de clientes digitais aumente para 50%, mais nove pontos percentuais do que a percentagem de 2018 (41%). Mas, com a digitalização, o banco espera também melhorar o seu nível de eficiência, “consolidando” a sua reputação.

Outros dos compromissos da instituição até 2021 é alcançar um rácio de eficiência de 50%, que compara com os 61% de 2018. Por outro lado, manter o ritmos dos indicadores de qualidade de crédito.

Melhorar a relação com o cliente e até a posição na própria sociedade são, ainda, metas a atingir. “Manter uma alta qualidade de serviço aos clientes” e “posicionar o BPI como uma referência de gestão responsável e compromisso social”, pode ler-se no plano estratégico.

Do lado dos colaboradores, o banco quer apostar apostar na formação do pessoal e fomentar a gestão de talento.

(Notícia atualizada com mais informação às 9h05)

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