Os unicórnios existem. Este vinho é feito a partir das lágrimas deles

  • ECO
  • 20 Janeiro 2019

Três anos depois de criar o "vinho azul", a Gik Live! criou o "vinho rosa", feito a partir de lágrimas de unicórnio.

“Bebidas atraentes” foram o que o espanhol Aritz López decidiu começar a fazer em 2018. Quatro variedades de vinho depois, chegou a vez de criar um vinho cor-de-rosa, feito com “lágrimas verdadeiras de unicórnio”, jura o fundador da Gik Live!. Isto porque as lágrimas destes animais mitológicos têm o “poder de transformar dias comuns em dias maravilhosos”. A Gik Live! já vende para todos os países da Europa e os vinhos são vendidos em packs cujo preço começa nos 37 euros.

“Quisemos criar uma verdadeira revolução naquela que é considerada uma indústria antiga”, começa por contar ao ECO Aritz López, fundador da Gik Live!. O arranque, que se deu em 2015, foi feito com a criação do Gik Blue”, o famoso vinho azul. “Uma bebida muito fácil de beber e atraente e sem regras de consumo”. Contudo, na Europa poucos consideram que seja vinho devido à sua cor, obtida através de laboratório.

Gik Blue e Gik PinkGik Live!

Depois do blue vieram mais novidades: os clássicos tintos e brancos — de sabor picantes, misturados com chá ou com especiarias –, o muito picante — feito a partir de uvas vermelhas “nas profundezas do Inferno” e, finalmente, o pink.

O “Unicorn Tears” nasceu do desejo de “partilhar otimismo e felicidade pelo mundo”. Para Aritz “não há nada tão positivo quanto os unicórnios”. O vinho é feito 100% com “lágrimas de felicidade de um unicórnio que mantemos num local secreto escondido”, jura o fundador. Com 12% de álcool, o sabor é doce e frutado, assim como o cheiro.

Atualmente, a Gik Live! vende em toda a Europa, através da loja online. Os vinhos são vendidos em packs e, no caso do vinho rosa, um conjunto de três garrafas custa 39 euros, de seis custa 60 euros e de 12 custa 118 euros. Mas as novidades não devem ficar por aqui. Aritz admite criar vinhos de outras cores diferentes e sabores inovadores. “É possível, sim. Desde que haja uma razão para tal, podemos fazer qualquer coisa”, remata.

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