Glintt quer reforçar equipas. Prevê mais de 300 novas contratações

Está aberta mais uma edição da academia da tecnológica portuguesa. As candidaturas já estão abertas e podem ser feitas através do site da academia da Glintt.

A Glintt – Global Intelligent Technologies está a reforçar as suas equipas. Ao longo deste ano, a multinacional de serviços tecnológicos na área da saúde pretende contratar mais de 300 novos colaboradores para os escritórios de Lisboa e do Porto. O foco são, sobretudo, os jovens licenciados.

Está aberta mais uma edição da academia da tecnológica portuguesa que tem como objetivo atrair talento. As candidaturas já estão abertas e podem ser feitas através de um formulário disponível no site da própria academia da empresa.

“Em resultado do bom trabalho que temos vindo a desenvolver junto dos nossos clientes, estamos a ganhar novos projetos e esperamos ganhar ainda mais, mas, para tal, necessitamos de reforçar a nossa equipa, trazendo mais talento para a Glintt”, diz Inês Pinto, responsável de recursos humanos da empresa, em comunicado.

Esta é já a quarta edição da academia da Glintt, que, no conjunto das edições anteriores, já originou um total de 250 contratações de recém-licenciados e mestres. Mas, nos planos da empresas estão também outros projetos, como novas edições das Escolas Tecnológicas na competência de OutSystems, Java e .NET e, também, o lançamento da terceira edição das Summer Trainees, que, desde 2016, já abriram porta a 40 alunos. Todas estas iniciativas fortalecem a relação de proximidade com as universidades.

“A integração de jovens talentos tem constituído um dos pilares estratégicos [da Glintt], o que se traduz numa elevada retenção de know-how, na fidelização dos clientes e na cooperação contínua com os parceiros de negócio”, pode ler-se no comunicado.

O reforço de contratações, tanto para os escritórios de Lisboa como para os escritórios do Porto, abrange uma larga variedade de perfis, que vai desde developers, delivery managers ou gestores de projeto até áreas menos tecnológicas, como bioengenharia ou ciências farmacêuticas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Glintt quer reforçar equipas. Prevê mais de 300 novas contratações

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião