Antigo administrador financeiro da EDP vai para o BCP

Nuno Alves, que foi braço-direito de António Mexia na elétrica nacional, regressa ao banco de onde saiu em 2006. Vai desempenhar as funções de vogal do conselho de remunerações e previdência do BCP.

O antigo administrador financeiro da EDP Nuno Alves está de regresso ao BCP, banco de onde saiu em 2006 para ser o braço-direito de António Mexia na elétrica nacional ao longo de mais de uma década. Nuno Alves vai desempenhar as funções de vogal do conselho de remunerações e previdência do banco liderado por Miguel Maya.

A informação consta no ponto 8 da ordem de trabalhos da assembleia geral de acionistas do BCP que está agendada para o dia 22 de maio. A proposta para a eleição de Nuno Alves visa colmatar a renúncia ao cargo da parte de Norberto Rosa, um dos visados pela auditoria da EY aos atos de gestão da Caixa Geral de Depósitos (CGD) entre 2000 e 2015.

No comunicado enviado ao mercado, o BCP acrescenta ainda que “não sendo Nuno Alves membro do conselho de administração, lhe seja fixada uma remuneração anual de 50 mil euros”.

Nuno Alves prepara assim o regresso ao banco onde esteve quase duas décadas, tendo desempenhado vários cargos, o último dos quais diretor-geral do Millenium BCP e membro executivo do Millenium BCP Investimento, sendo responsável pela área de Tesouraria e Mercado de Capital de todo o grupo.

Antes, face à situação de Norberto Rosa (foi eleito mas não chegou a assumir funções), o banco já havia indicado o nome de Fernando Costa Lima para a comissão de auditoria.

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