Quer ser mais organizado no trabalho? Siga estas cinco dicas

  • Ricardo Vieira
  • 3 Julho 2019

Ter uma agenda e cumpri-la ou evitar o multitasking e as distrações fazem parte das soluções para dias mais produtivos.

“Aprender a ser organizado é uma habilidade”, diz a Adecco, empresa de Recursos Humanos e Outsourcing, que assume ser necessário alguma prática para dominar o ofício de conseguir planificar e definir prioridades. Para conseguir gerir o seu tempo no trabalho, ajudar no foco e aumentar a produtividade, a consultora lista cinco dicas para uma gestão diária eficiente:

  1. Identifique no que investe o seu tempo diariamente
    É importante que “analise o que faz diariamente no seu trabalho”, registando (se necessário) as tarefas e o tempo dedicado a cada uma. Há mesmo aplicações para usar em smartphones e computadores que “podem ser uma boa ajuda”.
  2. Concentre-se e não se distraia
    Acabar com o multitasking e fazer “apenas uma coisa de cada vez” até terminar. A razão desta dica, explica a consultora, relaciona-se com o facto de o cérebro humano ser mais produtivo quando se concentra numa coisa de cada vez. “Por exemplo, se precisa de escrever um texto, tente não atender o telefone ou distrair-se com os emails”. Retomar uma tarefa, como escrever um texto, pode custar tempo valioso. A ideia é que organize o tempo para cada tarefa, “evitando distrações indesejáveis”.
  3. A agenda é sua amiga
    “O importante é obter o melhor desempenho possível do seu tempo” pelo que cumprir criteriosamente o início e fim de uma reunião, por exemplo, é essencial para que mantenha o seu dia dentro do planeado. Além disso, “ter e manter uma agenda com as tarefas a curto, médio e longo prazo, reuniões e prazos de entrega, permite que tenha o pipeline de tarefas atualizado e cumprido e cruzá-lo com objetivos e com a sua própria agenda pessoal”.
  4. Identifique o que é urgente e o que é importante
    “Na maioria das vezes, o urgente não é importante. O nosso dia-a-dia pode estar cheio de ‘emergências’ que não nos ajudam em nada. Deve tentar identificar o que é realmente importante para poder dar prioridade ao que merece”.
  5. Reveja os seus planos
    Por mais que planeie e preencha a agenda é importante que “dê uma vista de olhos semanal para fazer o balanço do que foi feito e do que poderá futuramente ser evitado para ser mais eficiente”.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Quer ser mais organizado no trabalho? Siga estas cinco dicas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião