Ficaram colocados 24 mil professores. Listas nunca saíram tão cedo

A um mês do início do ano letivo, as listas de colocação de professores já estão publicadas na DGAE. Nunca a publicação desta informação aconteceu tão cedo, garante o Governo.

O ano letivo 2019/2020 só arranca no próximo mês, mas já se conhecem as listas de colocação dos professores. Esta é a primeira vez que esta informação surge publicada no portal da Direção-Geral da Administração Escolar com tanta antecedência, garante o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues. No total, foram colocados 24.000 docentes, entre professores do quadro e professores contratados.

“Isto permite aos docentes conhecerem mais cedo as suas colocações e, assim, terem mais tempo para se prepararem para o início das aulas“, explica o Ministério da Educação, em comunicado. Na opinião do Executivo de António Costa, este é mais um passo para que os agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas tenham “melhores condições para o arranque do ano letivo”.

As listas que foram conhecidas esta manhã dizem respeito não só à mobilidade interna (docentes do quadro), mas também à colocação inicial (docentes contratados). No primeiro ponto, foram distribuídos cerca de 1.700 horários completos e cerca de 400 horários incompletos. Os restantes 13.000 professores mantiveram a colocação as escolas onde lecionaram no ano letivo 2018/2019.

Além disso, foram colocados 300 docentes em ausência de componente letiva, valor “significativamente baixo quando comparado com os anos anteriores”. Esses professores serão depois colocados prioritariamente nas reservas de recrutamento.

No que diz respeito à contratação inicial, foram colocados 8.600 docentes. Destes, 5.400 em horários completos, dos quais 2.200 são renovações de contratos. “A manutenção das colocações dos docentes do quadro e a renovação dos contratos dos docentes contratados são um inequívoco sinal de uma maior estabilidade do sistema”, sublinha o Ministério de Brandão Rodrigues.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Ficaram colocados 24 mil professores. Listas nunca saíram tão cedo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião