Jerónimo Martins ajuda 347 colaboradores a concluir escolaridade obrigatória

Este ano, o programa "Aprender e Evoluir" já ajudou 31 colaboradores a obter equivalência ao 9.º ano e 347 a concluir o 12.º ano. Desde a criação, já se qualificaram mais de 3.000 colaboradores.

O grupo retalhista português Jerónimo Martins continua apostado em apoiar os seus colaboradores a obter a escolaridade mínima obrigatória. Este ano, 378 colaboradores concluíram a equivalência ao 9.º e 12.º anos de escolaridade, ao abrigo do programa “Aprender e Evoluir”, criado pelo grupo em 2007. No total, 31 colaboradores conseguiram obter equivalência ao 9.º ano e 347 concluíram o 12.º ano. Desde o lançamento do programa em 2007, o grupo já ajudou a qualificar mais de três mil pessoas.

“Acreditamos que é a valorização do talento das nossas pessoas que permite que as companhias cresçam de forma sustentada”, sublinha Marta Maia, diretora de recursos humanos do grupo Jerónimo Martins. Para Filipa Henriques de Jesus, presidente da Agência Nacional para a Qualificação e Ensino Profissional, “é muito importante a colaboração das empresas para contrariar o número ainda elevado de adultos sem qualificações”.

 

O grupo Jerónimo Martins lançou o programa “Aprender e Evoluir” em julho de 2007, ao abrigo do programa de educação do Governo “Qualifica”, e em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Agência Nacional para a Qualificação (ANQ), para formar e certificar 11.500 colaboradores. No ano do lançamento do programa, o grupo tinha como objetivo ajudar a formar 5.100 colaboradores com o 9.º ano de escolaridade e cerca de 6.400 com o 12.º ano. Atualmente, o grupo Jerónimo Martins colabora com mais de 20 centros Qualifica em todo o país.

“Investimos nos nossos colaboradores desde o primeiro momento e consideramos a formação como um recurso imprescindível para o seu crescimento pessoal e profissional. A qualidade e o profissionalismo dos nossos colaboradores constitui uma mais-valia decisiva para assegurarmos a competitividade, num mercado cada vez mais concorrencial”, afirmava Pedro Soares dos Santos, administrador do Grupo Jerónimo Martins, em 2007.

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