Novo Governo custa mais sete milhões do que o atual

  • ECO
  • 22 Outubro 2019

O novo Governo de António Costa é o maior desde 1976 e vai custar mais sete milhões do que o último, representando uma despesa de cerca de 71 milhões de euros aos cofres públicos.

O primeiro-ministro, António Costa, apresentou ao Presidente da República o maior Executivo governamental desde 1976. O novo Governo terá 70 gabinetes no total, que representarão uma despesa anual de, pelo menos, 71 milhões de euros aos cofres públicos, mais sete milhões de euros do que o último.

As contas e a previsão foram feitas pelo Correio da Manhã (acesso pago) cruzando os números do atual Governo e orçamentos dos respetivos gabinetes com as despesas incluídas no Orçamento do Estado para 2019 — em linhas gerais, 64 milhões de euros para manter em funcionamento 60 gabinetes ministeriais. De acordo com o jornal, os ministros têm, no mínimo, uma verba de um milhão de euros, enquanto os secretários de Estado dispõem de uma verba a rondar os 700 mil euros, em média.

Costa levou esta segunda-feira a Belém a lista dos 50 secretários de Estado do Governo para a próxima legislatura, de onde se destacam novos nomes como o de Nuno Artur Silva, ex-administrador da RTP, ou promoções como a de João Galamba, atual secretário de Estado da Energia, que passa a ser também Adjunto e torna-se o número dois de facto do Ministério do Ambiente.

Quanto à lista dos 19 ministros que compõem o Executivo, foi conhecida na passada terça-feira. Houve saídas, como a de José Vieira da Silva e a de Luís Capoulas Santos, e também promoções de atuais secretários de Estado a ministros, como foi o caso de Maria do Céu Albuquerque, que se prepara para ser a nova ministra da Agricultura.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Novo Governo custa mais sete milhões do que o atual

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião